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Alan Leitão

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Conquistas de Alan Leitão

  1. Pra falar a verdade, não tenho essa necessidade no iOS. Eu acabo fazendo isso no Mac mesmo. E no Mac uso o Preview que vem no sistema e já tem tudo o que eu preciso.
  2. Pelo que li o Private Relay é um proxy para esconder o seu endereço IP original dos sites que você visita, com intuito de impedir que eles rastreiem e criem um perfil seu. Já a VPN tem uma proposta diferente: todo o tráfego de internet do seu computador passa por um servidor que criptografa o fluxo de dados entre a sua máquina e esse servidor, impedindo que qualquer estrutura (rede à qual você se conecta, operadora de internet da sua casa, wifi público, etc) seja monitorado, dado que usa uma tecnologia de chaves criptográficas que só a sua máquina e o servidor possuem e sabem como usar. Além disso, o servidor é responsável por "chamar" a "outra ponta" dos serviços que você acessa, mas usando identificadores e IPs próprios, meio que mal comparando, o que o Privete Relay faz. Exemplo muito simplificado: Você quer acessar o www.google.com em um wifi público:. Sem nenhum recurso de segurança: seu computador enviar a solicitação para a rede wifi, a rede encaminha para a operadora, a operadora encaminha para o google e este responde devolvendo os dados do site que são enviados para a operadora, depois para a rede onde o wifi opera e por fim a sua máquina. Todos os agentes sabiam exatamente o que você acessou e puderam ver todos os dados trocados. Com Private Relay: seu computador tem um "gateway" configurado que será o destino de todas as solicitações. A solicitação endereçada para o Private Relay tem os seus identificadores e o seu pedido. Esses dados são enviados pela rede wifi, que encaminha para a operadora, que por sua vez encaminha para o servidor do Private Relay. Esse servidor retira seus identificadores e insere os próprios, garantindo que você não pode ser identificado e repassa a solicitação para o Google. Este responde com os dados do site para o Private Relay que, quando recebe, retira os próprios identificadores e insere os seus, devolvendo esses dados para a operadora, que devolve para a rede wifi que por fim chega no seu computador. Tirando o Google, todo o restante dos agentes sabiam exatamente o que você acessou e puderam ver todos os dados trocados. Com VPN: seu computador tem uma conexão privada virtual com um servidor da operadora de VPN. Essa conexão é criptografada, ou seja, só é "entendida" pela sua máquina e pelo servidor da operadora de VPN. Quando você solicita o www.google.com, esse pedido é enviado de forma cifrada para o servidor da operadora de VPN. O caminho dessa solicitação é pelo túnel que passa pela rede wifi e pela operadora que não tiveram acesso aos dados por eles serem totalmente "invisíveis" para eles. Então o servidor da operadora de VPN retira seus identificadores da solicitação, insere os próprios, e envia para o Google, que responde com o site. Ao receber o site, o servidor da operadora de VPN retira os identificadores, recoloca os seus, e devolve para a sua máquina pelo túnel que passa pela operadora e pela rede wifi pública, para no final chegar no seu computador. Nesse cenário, só a operadora de VPN poderia ter acesso aos dados que você trocou entre o Google e a sua máquina. Por isso não é uma boa ideia usar VPNs gratuitas, dado que o modelo de negócios delas provavelmente é vender os dados que por ela trafegam. Enfim, espero ter ajudado. Esse texto está muito simplificado, num nível de simplificação que pode até ser considerado incorreto, mas serve para passar o conceito.
  3. Você pode usar qualquer serviço de nuvem que permite manter o arquivo localmente e usar o menu "Compartilhar" para abrir ele no software que você desejar. A única exigência é que o software permita abrir arquivos através do menu "Compartilhar".
  4. Eu já consegui configurar um Mac mini com M1 usando um teclado não Apple, mas foi um daqueles basicões, sem nenhuma tecla especial (daqueles que não precisa instalar um driver personalizado, que funciona com driver genérico mesmo). Se for um teclado mais incrementado o Mac Mini simplesmente não reconhece. Ah, outra coisa: isso não é exclusividade do M1, isso acontece desde sempre. Eu tenho um teclado Logitech sem fio (que não é bluetooth, é daqueles que chamam apenas de "2,4 GHz") que funciona. Os Logitech que funcionam por bluetooth ou que vem com Logitech Unifying não funcionam.
  5. Nunca "formato" o iPhone. Quando sinto necessidade, apenas uso a função "redefinir apenas os ajustes", o que já coloca o iOS com ajustes de fábrica sem apagar nenhum app nem seus dados. Isso é o suficiente para fazer o iPhone ficar rápido novamente e me permite reconfigurar o sistema. Não sofro com problemas de espaço porque só tenho o necessário no iPhone.
  6. Está parecendo que a camada escura que cobre a tela está "delaminando". Isso pode acontecer com diversos aparelhos. Sendo sincero, acho que nem vale à pena gastar esse dinheiro. Convive com o problema, a não ser que o TOC esteja gritando na sua cabeça.
  7. Uso o Autosleep há alguns anos e sempre o achei bom, mas não tenho um parâmetro de comparação com outros Apps ou relógios nesse quesito.
  8. Eu tenho um MBP com M1 e eu testei nele o Shadow of Tomb Raider em 1080p, gráficos no médio, com média de 30fps. Lembrando que rodou via Rosetta 2. Levando com consideração tudo isso, eu achei honesto, mas vou te dizer uma coisa: Mac e jogos não combinam. É melhor ficar no mundo Windows mesmo que você será mais feliz.
  9. Já considerou que o problema pode ser no seu carro? Acho que vale levar na CCS e pedir uma avaliação. Se possível, testar o comportamento em outro carro igual lá na CCS para efeito de comparação.
  10. Eu já usei memórias de frequência mais alta em Macs trabalhando em frequência menor sem problemas, mas usando memórias de fabricantes mais tradicionais, como Kingston, Corsair e SK Hynix. Já ouvi muito sobre problemas com memórias de marcas menos conhecidas como parece ser o caso.
  11. Sugiro testar o SSD em outro case que funciona normalmente nesse mac para descartar uma possível incompatibilidade.
  12. Tem certeza? O suporte foi categórico comigo de que a garantia de iPhones, iPads e Apple Watches começa a contar somente a partir da primeira ativação e normalmente essa primeira ativação só deveria ocorrer depois da compra, ou seja, o normal é que a garantia do aparelho seja sempre igual ou superior à nota/invoice, por isso a estranheza no meu caso.
  13. Sou da mesma opinião. Tem hardwares bons com Windows com preços bem em conta.
  14. Só um complemento para a sua colocação 1: A garantia de iPhones, iPads e Apple Watches começa a contar a partir da ativação, ou seja, se você comprar um aparelho novo, deixar 3 meses guardado e ativar a garantia dele será de um ano a partir da data de ativação e não da data de compra. É muito importante observar isso porque eu já tive um caso com um iPhone que comprei para a minha esposa. Comprei numa promoção do Shoptime (o vendedor era o Shoptime mesmo) e quando chegou a caixa estava perfeitamente lacrada. Abri, ativei, restaurei backup e quando fui ver em ajustes a cobertura da garantia ela estava com pouco mais de seis meses! Entrei em contato com o suporte da Apple e me informaram que o aparelho já havia sido ativado no passado, ou seja, minha esposa não era a primeira dona. Muito provavelmente foi um aparelho que foi devolvido, o Shoptime lacrou novamente a caixa e o revendeu como novo. Inclusive eles se recusaram a trocar o aparelho porque não se tratava de defeito e alegaram que com a nota eu teria um ano de garantia. Eu tive que simplesmente usar o meu direito de desistir da compra para receber o dinheiro de volta e acabei perdendo o preço promocional que eles haviam feito. Nem pensei em levar o caso para a justiça porque achei que seria complicado para explicar para o juiz que a garantia da Apple é em relação à ativação e não à nota. Enfim, voltando para o assunto do tópico: Baterias não usadas também se deterioram. Há também o caso de aparelhos guardados por muito tempo, em estoques com alta variação de temperatura (principalmente aquecimento). Nesses casos as baterias podem sofrer envelhecimento químico precoce, ou seja, a indicação de "saúde" não varia, mas os componentes estão velhos e podem indicar a necessidade de substituição. Por isso muitas vezes não é percebido um impacto na duração da carga ou desligamentos repentinos, mas essas baterias não são mais confiáveis quando comparadas com as mesmas em parâmetros normais. Eu li, mas sem comprovação alguma porque foi num fórum gringo e não achei nenhuma pesquisa que comprove, que esse tipo de situação é onde ocorrem mais casos de baterias "inchadas".
  15. Os Macs com Apple Silicon "dormem" diferente dos Intel. Nos Intel eles colocam a CPU em um estado de "baixa energia", em que a CPU fica em stand by, por isso que existe a opção de Power Nap para ativar a CPU e atualizar os dados quando em sleep. Já nos Apple Silicon, o SoC permanece ativo, como no iPhone/iPad, ou seja, ele "dorme" diferente. O computador apaga a tela e os núcleos de alta performance ficam "repousando". Os de alta eficiência continuam gerenciando o sistema então se um aplicativo fica aberto (ou rodando em segundo plano) e começa a atuar, ou um hardware conectado ao computador exige uso de processamento (caso dos hubs que usam a CPU para funcionar, afinal, eles não tem CPUs), há consumo de energia e isso é esperado. No Monitor de Atividade, aba Energia, é possível acompanhar se algum aplicativo está consumindo muita energia (mesmo em repouso) e inclusive se há algum deles impedindo o repouso do sistema. Vale dar uma olhada lá. E se o computador não vai ser usado por um período de tempo maior, vale à pena desligar dispositivos das portas USB. A gente percebe isso nos notebooks porque eles tem bateria. No Mac Mini com Apple Silicon chega o gabinete ficar quente porque algum hardware conectado impede o SoC de "repousar". É uma característica "negativa" quando comparado com as CPUs Intel que tem um modo específico para simplesmente "parar de processar". E numa atualização/instalação nova de sistema é comum o macOS construir caches do Spotlight, do Fotos, do Músicas, de prefetch (arquivos usados para acelerar a abertura de programas através da análise de como eles se comportam na memória) e isso consome bateria. Nos Macs Intel esse processo só acontece com o Mac ligado (e alguns com ele conectado no carregador), já nos Macs com Apple Silicon isso acontece em segundo plano, continuamente até que todos esses caches estejam criados (o que pode levar alguns dias). Aqui a minha máquina teve esse comportamento quando tirei da caixa por alguns poucos dias e depois, novamente, depois de instalar o Monterey, também por alguns poucos dias. Nunca observei com hubs ou outros dispositivos conectados porque não tenho o hábito de deixar nada plugado no computador quanto termino o uso.
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