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Alan Leitão

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  1. Caso difícil, mas eu faria o seguinte: Procura alguém conhecido que tem um Mac com Apple Silicon, instala o Parallels Desktop trial, instala o Windows 10 ARM e testa o seu ambiente. Vai que você descobre que funciona. O seu dilema termina nesse momento.
  2. A NVRAM é reiniciada ao segurar a combinação de teclas que você citou na primeira reinicialização. A PRAM (Parameter Random Access Memory) é um recurso antigo, que a Apple substituiu pela NVRAM (Non-volatile Random Access Memory), um sistema mais moderno para fazer a mesma coisa. A NVRAM em Macs é reiniciada ao segurar a combinação de teclas e o Mac reiniciar uma vez, com excessão dos que tem chip T2. Nesse caso, a NVRAM é reiniciada quando o Mac exibe o logo da Maçã pela segunda vez. Os procedimentos completos, incluindo instruções adicionais caso o Mac tenha senha de firmware, pode ser encontrado em https://support.apple.com/pt-br/HT204063 . A maior questão é que a NVRAM não tem influência alguma sobre gestão de energia e bateria. O que tem influência nesse caso é o SMC (System Management Controller), que além de controlar a carga da bateria, também controla outros componentes como ventoinhas, botão liga-desliga e diversos sensores. O procedimento para reiniciar o SMC varia de acordo com o modelo de Mac e pode ser visto em https://support.apple.com/pt-br/HT201295 . Acredito que esse seja o melhor início para tentar resolver os erros relacionados aos itens comentados no tópico.
  3. Fato: os smartphones (quaisquer que sejam) não foram projetados para serem usados com películas de qualquer tipo. Se assim fossem, os fabricantes teriam seus modelos próprios à venda ou parceiros homologados. É uma fonte de renda considerável dado que os usuários procuram esse tipo de produto aos montes. Isto posto, usar uma coisa "colada" na tela do aparelho para proteger esse componente poderá causar efeitos colaterais como diminuição da sensibilidade ao toque, falha nos sensores, ou até mesmo fazer com que a qualidade da imagem exibida seja deteriorada por difusão da luz. Eu já perdi a conta de quantos aparelhos eu "consertei" só de retirar a película. Toques imprecisos, sensores de luminosidade que não funcionavam, tela com efeito "arco íris", brilho irregular... Todos esses "consertos" com um custo total de R$ 0,00 para as pessoas que procuravam a ajuda. Imagina se o mítico Touch ID incorporado na tela for realmente lançado? As películas terão um buraco para você colocar o dedo? E como fica a "proteção" dessa área? Gente, o iPhone tem uma coisa chamada Gorilla Glass: esse negócio é resistente pra caramba aos impactos. Tem vídeo de montão de vídeo no YouTube mostrando que pancadas diretamente no vidro nem de longe são a principal causa de quebra. Quando uma tela quebra com o telefone caindo no chão, isso acontece pela torção da carcaça e não porque bateu no vidro. E a película não protege contra torção na carcaça. A esmagadora maioria das películas nem mesmo chegam na borda do vidro porque se assim o fizerem impediriam o uso das capas oficiais. O que mais protege a tela, por mais incrível que possa parecer, é o uso de capas com material emborrachado, que absorvem e distribuem a energia do impacto. Uma capa que faz isso diminui consideravelmente a torção da carcaça e protege o vidro da tela. A única aplicação efetiva das películas "protetoras" seria evitar riscos na tela, causados por N motivos. Eu evito isso apenas tendo cuidado. Enfim, fiquem à vontade para usar o que quiserem nos seus smartphones, mas usem com consciência de que o "benefício" oferecido tem também desvantagens como os problemas descritos no tópico e outros que eu citei. Pra mim, é puro placebo.
  4. Rapaz, um comentário: desencana dessa coisa de vida útil do SSD. Com total certeza a vida útil prevista desse componente atualmente é maior do que o resto do computador inteiro. A história de que o bug que desgastava o SSD nos M1 hoje é isso: história. Já foi corrigido há um bom tempo. Eu tenho um MBP com M1, a máquina é maravilhosa e o SSD está com 100% de saúde há um tempão. E outra, o tal bug não era exclusivo dos M1, também afetava máquinas com chip Intel. Pode comprar sem medo que não vai se arrepender! EDIT: de 2016 até 2019 a Apple usou o teclado borboleta. Essa bomba tem recall em todas as gerações. Você vai comprar um Mac que com certeza vai dar defeito e depois que acabar o período do recall você vai ficar "na pista" ou vai ter que pagar uma fortuna para consertar esse teclado.
  5. Otoniel, a versão 10.15.7 já é o Catalina. Se você enviou ele para o técnico com essa versão, ele apenas manteve o que já estava e provavelmente alguém forçou essa instalação na sua máquina. Se minha memória não está me traindo, a versão mais atual que esse iMac oficialmente suporta é o High Sierra 10.13.6. Você pode voltar ele para essa versão, basta entrar no site da Apple em https://support.apple.com/pt-br/HT201372 e seguir as instruções para baixar, criar um pendrive inicializável e instalar no seu iMac. Observe que esse processo irá apagar o conteúdo do seu disco rígido (ou SSD se já fez esse upgrade) portanto, backup é fundamental. Após a instalação, baixe o Final Cut Pro da Mac App Store que será instalada a última versão compatível com a sua máquina.
  6. É um hackintosh ou o Catalina foi instalado usando alguma ferramenta tipo Dosdude1? Pergunto porque o seu iMac (mid 2011) não está na lista de aparelhos compatíveis com o Catalina (https://support.apple.com/pt-br/HT210222) e com as novas versões dos apps profissionais da Apple ela pode estar limitando a compatibilidade de GPUs e CPUs.
  7. Rapaz, se a bateria "estufou" ou "inchou", isso significa que essa bateria tem que parar de ser usada, substituída e devidamente descartada para não poluir o ambiente. Uma bateria que está "inchada" começa a pressionar componentes que podem ser danificados. Além disso, toda bateria no seu uso normal se expande quando aquece, o que é normal, ou seja, o espaço em volta dela é "usado" para acomodar a dilatação. Se ela incha, esse espaço deixa de existir e a bateria ficando comprimida pode se romper, chegando ao extremo de pegar fogo ou explodir. Não é mais uma questão de ela ainda estar funcionando, agora é uma questão de segurança, ou seja, ela tem que ser substituída.
  8. O carregamento otimizado implementado pela Apple é exatamente aumentar a longevidade da bateria, independe da forma de uso. Só use o seu dispositivo, como e quando quiser.
  9. Vou compartilhar com você como foi trocar um Macbook Pro Retina 15" 2015 (i7 2,8, 16 GB, SSD 1 TB, Radeon 2 GB) por um Macbook Pro Retina 13" 2020 (M1, 16 GB, 512 GB). Considere que os prós e contras são quando eu coloco essas duas máquinas lado-a-lado. Prós: Ganho de performance No Macbook Pro 2015 eu editava em 1080p60 em full resolution no Final Cut Pro sem problemas, porém quando ia para o 4Kp60, só no proxy. Já com o Macbook Pro M1 eu consigo editar 4Kp60 HDR em full resolution, sem problemas. Além disso, nenhum efeito dos que precisei usar necessitou de render prévio para visualização, nem mesmo os de correção de distorção de lentes. E os tempos de exportação são, pelo menos, três vezes mais rápidos nos codecs que normalmente uso (H.264 e ProRes). Uma curiosidade: exportar em codec de alta eficiência (HEVC) no M1 é rápido e simplesmente impossível no Macbook Pro 2015. Teclado O teclado os Macbooks sempre foram referência até o lançamento do mecanismo borboleta, em 2016. O meu M1 já vem com o Magic Keyboard (uma evolução do mecanismo tesoura usado até 2015). Ele é simplesmente fantástico, muito superior ao Retina 2015, com excessão apenas pelo Touch bar, que comentarei depois. Touchpad Pra mim, ele é melhor só porque é maior. Fora isso, a qualidade é igual ao do Retina 2015. Portas Apesar de apenas duas portas Thunderbolt 3 (compatíveis com USB4), elas são muito, mas muito, rápidas. Olhando em retrospectiva, meu Retina 2015 tinha duas portas USB 3.0 (conector tipo A), duas Thunderbolt 2 (conector tipo DisplayPort), uma saída HDMI e um leitor de SD card. Efetivamente o que eu usava eram as duas USB e a porta HDMI, ou seja, um dock em casa e dois adaptadores passivos de USB A para USB C (para usar fora de casa) resolveu o meu "problema". Considero pontos positivos porque a performance superior das portas, na minha opinião, compensou a "perda" de flexibilidade comparado ao que eu realmente usava. Tela (ponto positivo) A resposta de cores e o nível de brilho são simplesmente fantásticos. Considero que esse é o meu primeiro notebook com uma tela que permite fazer color grading de verdade, mas mesmo assim é importante calibrar a tela porque ela vem com uma saturação alta nas cores. A questão aqui é que a tela que vem tem um bom range de ajuste, garantindo um bom tempo de vida útil com ajuste fiel. Bateria A bateria dura uma eternidade. Praticamente consigo trabalhar o dia todo com a máquina sem ligar na fonte. Só não consigo totalmente porque o meu local de trabalho é muito bem iluminado e por causa disso o brilho da tela fica muito próximo do máximo. Trabalhando em casa, com a luz mais "baixa" a bateria dura em torno de 14 horas (sem editar vídeos, é claro). Ruído (positivo) A máquina é super silenciosa. Ouvir o barulho da ventoinha é quase como um exame de audiometria, mas eu percebi um contra aqui que comentarei a seguir. Temperatura (positivo) A máquina esquenta muito pouco quando em uso pesado. Dá para usar a máquina normalmente porque a temperatura do teclado não incomoda nessa condição de uso. Contras: Touch bar Eu simplesmente não consegui me adaptar a essa abominação. Acabei configurando para exibir fixamente as teclas de atalho do teclado sem esse recurso e as teclas de função através do Fn. Não tem feedback físico, a sensibilidade ao toque não é boa e a função de atalhos contextualizados não é útil (pelo menos pra mim). Dobradiça da tela Não é uma coisa só da minha unidade, porque eu comparei com outros Macbooks M1 ou Intel mais novos e o comportamento é o mesmo. Eu acho a dobradiça da tela muito "mole". A do Retina 2015 é muito mais firme. Tela (ponto negativo) Para quem se acostumou a trabalhar com uma tela de 15 polegadas e fez questão por muito tempo do maior espaço possível para interfaces, o Macbook Pro M1 (e o Air também) não são as máquinas ideais. O maior pênalti que eu sofri foi essa perda. Dá pra usar? Sim, dá, mas é bom? Não, não é. Como o meu setup em casa é sempre com um monitor externo, teclado e mouse, o problema não ficou tão "grave", mas incomoda. Ruído e temperatura (negativo) Para manter o nível de ruído baixo, a Apple continuou com a antiga tática de só acelerar a ventoinha quando a temperatura atingisse o limite. O que eu observei é que ao fazer isso, o Macebook Pro com M1 não atinge a performance máxima porque o chip acaba trabalhando com limitação por causa da temperatura. Usando um app para forcar a aceleração da ventoinha ao máximo, o ruído característico se torna presente, mas a performance da máquina melhora. Exportar uma timeline de 4k60 HDR (Rec2020) de 60 minutos usando codec ProRes no tratamento padrão de ventoinha levou 6 minutos. Com a ventoinha no máximo, levou pouco mais de 4 minutos. Imagino como deve ser essa limitação no Macbook Air que não tem mais ventoinha. A diferença é pequena? Sim, mas deve ser observada. HDMI Eu comentei acima que em casa um dock resolveu meu problema com as portas, estas inclusive considerei um ponto positivo, mas há um único porém: a falta de uma porta HDMI para apresentações fora de casa é realmente "um pé no saco". Por sorte no trabalho eu uso espelhamento de tela por AirPlay, mas fora do trabalho eu prevejo que terei de adquirir um adaptador para saída HDMI para ficar na mochila. Apesar de tudo, é uma máquina muito superior ao Macbook Pro Retina 2015. Até mesmo abrir apps compilados para processadores Intel é bem tranquilo. Um usuário desinformado não perceberia que são processadores "incompatíveis". O que achei estranho: O computador não dorme, ele só desliga a tela. Pra mim é esquisito eu abrir a tela e os e-mails, os agendamentos de calendário e o Time Machine estarem atualizados. Eu sei que existia o Power Nap no computador anterior, só que eu deixava desligado. No M1 não tem essa opção. Depois desse testamento, o que eu posso dizer é: se o seu computador for tela de 15 polegadas e você faz questão disso, espere o modelo de 16 polegadas virar Apple Silicon, mas se não fizer, pode ir no M1 sem medo algum porque é uma máquina com muito mais prós do que contras na minha opinião.
  10. Tipo, esse PDF aqui (que eu já citei antes) de onde a Energy Star tira a célebre citação, que afirma algo sem mostrar a metodologia dos testes executados e muito menos as revisões por pares, onde o foco do texto era basicamente economia de energia e não longevidade dos equipamentos? A página que faz a citação é essa aqui, e ela tem o título de "Low Carbon IT Campaign Frequently Asked Questions", ou seja, nem é de um artigo específico sobre longevidade de hardwares. Observe a fonte citada, no item 4. Na minha opinião não precisa nem de esforço para identificar que trata-se de conteúdo tendencioso para validar o ponto de vista. Uau, a falácia das falácias! Preciso de perdão não. Pode ficar com ele. Felicidades para você também.
  11. Então, já que a cortesia foi embora, vamos comentar da forma mais resumida possível para não haver problemas, dado que você se ofende fácil. 1- Não são necessários trabalhos acadêmicos para tratar de estatística. Qualquer estudante secundarista sabe que o espaço amostral de 100 unidades perante um universo de todos os equipamentos produzidos pela indústria eletrônica é pobre. 2- Concordo, quando a experiência faz sentido. No contexto, por pura aplicação matemática, não faz. 3- Pelo que lembro, e novamente se minha memória não está me traindo, capacitores de alta capacitância são grandes e pesados. A proposta é enfiar um negócio desses em um notebook? 4- Nem vale comentar. Você não entendeu o que eu escrevi nessa parte do texto. 4a- Macs são PCs também. Só queria deixar isso explícito. 5- O comentário foi simples: um capacitor puro e simples não é suficiente para manter um circuito "em estado quente" porque simplesmente não é o tipo de aplicação para esse componente, goste você ou não. 5a- O comentário sobre a Energy Star em momento algum desmereceu o argumento, apenas coloquei outro ponto de vista. A previsão deles (e nem é deles para falar a verdade) é uma aproximação estatística baseada em um teste de laboratório simulando uma condição específica que não detalha nada, só afirma. Se formos seguir a linha do cientificamente correto, só vale para o tipo de equipamento experimentado e o que eles fizeram foi uma extrapolação. A instituição é super respeitada, a citação é que careceu de detalhamento. O que eu comentei foi só para colocar um pouco de luz sobre a questão levantada. E novamente você não entendeu o que foi escrito. 6- Qual foi o método usado para estimar uma vida útil de 109 anos ligando e desligando um PC uma vez por dia se o primeiro computador eletrônico produzido pela humanidade não tem isso de fabricado? Uma vez que não temos o estudo (só a citação dele) não dá para entender o que essa afirmação significa nem de onde ela saiu. Qual foi o equipamento usado? O computador fez alguma coisa enquanto esteve ligado ou não? Ele foi ligado e imediatamente desligado? Qual a temperatura ambiente do teste? Qual a humidade relativa do teste? Está vendo como faltam dados? Na falta dos dados, a única possibilidade de validar a afirmação é repetí-la para confirmá-la. O nome disso é verificação por pares. E olha que eu escrevi essa parte do texto mais como um alívio cômico do que uma argumentação e você levou muito à sério. 6a- Cuidado ao acreditar em tudo o que dizem. Até mesmo instituições grandes e sérias podem errar ou ser tendenciosas. Criticar e validar faz parte do negócio, até mesmo com alguns exageros só para mostrar que faltam dados para validar certas afirmações. Se você não gosta de coisas genéricas, não deveria se apegar à frase "Segundo a Energy Star, um PC moderno é projetado para aguentar um total de 40 mil ciclos de ligar e desligar antes de falhar. Isso equivale a 109 anos ligando e desligando sua máquina diariamente uma vez por dia." até porque: 6a1- pela forma como está escrito, a declaração não veio da Energy Star, sendo uma citação de um terceiro e atribuindo à primeira. Inclusive o correto é que a Energy Star usa uma citação de um documento publicado pela Rocky Mountain Institute (essa eu não conhecia) que afirma isso, sem detalhar nenhum teste, focado em economia de energia. A quem interessar, o PDF de onde essa citação saiu está aqui. 6a2- nada mais genérico do que "um pc moderno". 7- Você notou que eu usei a palavra "erroneamente" para deixar claro que a partir daquele momento eu estava cometendo um erro? Que tudo o que estava escrito a partir dali e até o fim do parágrafo só valia para mim porque era a minha experiência e só foi usado para mostrar que há experiências igualmente verdadeiras diferentes da sua, mas que não valem nada porque são um espaço amostral pobre perante o universo comparado? Interpretação de texto manda lembranças. Adendo: você percebeu que eu pedi a sua opinião sobre a qualidade construtiva das fontes de alimentação que a meu ver melhoraram muito nos últimos 15 anos? Essa parte você ignorou. Esse é o comportamento esperado de um adolescente troll de internet, jamais esperaria vindo de você que parece ser um cara maduro com um bom tempo de estrada. E se você não vê problema em confundir uma ISA com um sistema operacional (que você chama de linguagem), quem sou eu para discordar. Eu só queria colocar uma luz sobre a questão para compartilhar conhecimento (objetivo do fórum) e ainda me desculpei por fazer isso. Paciência. Um bom dia pra você.
  12. Desculpa me intrometer nessa discussão, mas acho que você não entendeu o ponto dele. x86, amd64 (x86-64 ou x64), aarch64 (arm64) são ISAs (instruction set architectures) também conhecidas como arquiteturas de processadores e são divididas em duas classes, sendo CISC (complex instruction set computer) e RISC (reduced instruction set computer), onde a primeira trabalha com instruções complexas de tamanho variável e a segunda com instruções simples de tamanho fixo. Unix é um sistema operacional, que é construído para ser executado em uma CPU que tem uma ISA específica. O que ele queria dizer é que são coisas diferentes.
  13. Eu sou da época que se fazia de tudo com 640 Kb de RAM. O pessoal hoje tem 16 GB de RAM e fica tentando gerenciar memória com um monte de app que só serve para atrapalhar. RAM foi feita para ser usada, se o sistema precisar de mais RAM para executar uma tarefa ele mesmo irá fazer com que ela seja liberada, seja "jogando fora" conteúdo não usado ou paginando, colocando esse conteúdo no armazenamento para liberar espaço na memória de acesso aleatório. Esse pessoal não sabe o que é ajudar um config.sys e um autoexec.bat para carregar drivers e apps de inicialização na memória alta e liberar a convencional para os programas do usuário. Nunca devem ter visto um memmaker da vida funcionando. O mais engraçado é que a RAM está sempre ocupada e o pessoal não sabe disso. O que os programas de gerenciamento de RAM fazem é só marcar o que está inativo como livre, ou seja, puro placebo. Limpar mesmo, eles não limpam. Memória RAM nunca fica "sem nada". O máximo que ocorre é que quando não se "encheu" ela, fica com "espaço livre" todo preenchido com bit 0 e marcado como livre. O sistema irá precisar trocar o dado que está lá pelo que o usuário quer usar e marcar como ativo e quando o programa fecha ele marca como inativo, só para acelerar abertura do programa novamente caso o usuário o acione novamente. Aí é só marcar como ativo e ler tudo novamente da RAM e não do armazenamento.
  14. É bem por aí. Se o app fica aberto, não é necessário perder tempo abrindo ele para abrir um projeto ou arquivo. Se hoje com memórias rápidas e armazenamento de estado sólido isso parece besteira, imagine quando se tinha que carregar um app pesado lendo um disco rígido de 5400 RPM com 2 MB de buffer... não fechar o app era economia de tempo e de bateria!
  15. Por favor, não considere isso uma discussão, até porque eu sou muito aberto a conversas sobre opiniões diferentes, mas eu respeitosamente discordo (um pouco) da sua posição sobre estatística. Vinte, 30, ou até mesmo 100 exemplos de uma pessoa não são nada quando se compara a indústria eletrônica inteira, computadores incluídos como um subgrupo dessa indústria. Eu não uso a minha experiência para indicar se deve-se ou não ligar ou desligar, até porque é só procurar um pouco na internet que vai se achar uma tonelada de experiências iguais ou superiores "provando" exatamente o contrário e vice-versa. Eu entendo que os capacitores acumulam energia e vão descarregando ao longo do tempo, mas eles não são usados para manter os circuitos em "estado quente" porque descarregam muito rápido para essa tarefa. Eles são (basicamente mas não apenas) usados, se minha memória não estiver me traindo, em retificadores como filtros para evitar o Ripple. Circuitos que "precisam" (entre aspas porque precisar eles realmente não precisam) ficar em "estado quente" geralmente usam acumuladores mais eficientes, como baterias ou usam a energia da concessionária para tal. O problema é que quando se desliga um aparelho, mesmo que ele tenha bateria, o circuito se "desacopla" da fonte de energia, o que faz com que a "porrada" causada pela DDP instantânea ocorra ao ligar. O que eu concordo (e muito) no seu discurso é que os projetos precisam ser bem executados para que a longevidade aumente. E uma boa execução dos projetos foi manter os componentes em "estado quente", evitando a dilatação e retração deles. Isso influenciou demais na durabilidade, citando apenas um fator que era decisivo, principalmente com a miniaturização, onde qualquer micrômetro afeta a ligação entre componentes. A Energy Star também comenta que tudo o que foi escrito é em condições ideais. Todos nós sabemos que condições ideais são as que menos acontecem e é por isso que todos os componentes tem uma coisa chamada tolerância. Aquela vida útil é estimada, até porque não teríamos ninguém testando um aparelho por 109 anos (por motivos biológicos 😉) e testar mais de um ciclo por dia já interferiria no resultado e considera condições de laboratório, que como comentei, não se repetem no dia-a-dia. Na época que eu me formei, resistores poderiam ter tolerâncias de até 10%! - aqui vale um comentário: não sei se continuam existindo desses componentes com essa tolerância toda, porém não se imagina hoje um circuito de um computador aceitando uma tolerância dessas. E lembro, se novamente minha memória não estiver me traindo, que os resistores de precisão (com tolerância menor que 1%) custavam um rim, 50% de um fígado e duas balas Juquinha. Isso para ficar só no exemplo de um componente. Observe que estou me referindo muito à questão da "fase fria" e "fase quente" de um circuito, mas isso não é a única coisa, há várias, essa é apenas a mais perceptível. Há a questão atômica dos elétrons colidindo, o atrito que eles causam nos condutores, a qualidade construtiva, a qualidade dos materiais, o correto uso, condições de refrigeração, humidade, salinidade, etc. Mas do ponto de vista do início do tópico, no caso de ligar e desligar, eu ainda considero que manter ligado, em estado de baixo consumo de energia (dormindo) ainda é a melhor prática, seja eletrônica ou econômica. Usando (erroneamente) a minha experiência, nenhum dos computadores que tive e/ou que já gerenciei, durou menos do que a vida útil econômica e nem mesmo a vida útil estimada para eles. Incluindo aí servidores, que ficam 24/7 ligados e rodando com capacidade plena, devido à virtualização para diminuir o tempo de ociosidade e usar melhor os recursos que já estão ligados e consumindo energia. Meu último Macbook Pro funcionou por 5 anos e alguns meses seguidos sem nunca desligar e muitas vezes só reiniciava quando aplicava uma atualização do macOS ou quando a bateria descarregava, por trabalhar longe de uma tomada. Meu Macbook Pro atual está ligado há 3 meses e só reiniciou quando apliquei alguma atualização do macOS. O que eu acho (agora é opinião pura e simples porque saí desse mercado de manutenção há uns 15 anos) é que a qualidade das fontes de energia (de tudo) deu um salto significativo, o que ajudou muito a aumentar a longevidade dos equipamentos, mas nesse quesito eu acredito que você pode ser mais efetivo em comentar se minha percepção é verdadeira ou não. O que podemos concluir, se somarmos as nossas experiências, é que pouco importa como se usa, se ele tiver que pifar, ele vai pifar. Então sejamos felizes e usemos nossos equipamentos da forma que melhor nos convier!
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