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Alan Leitão

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  1. Minha opinião: não vale o valor do reparo. Eu tentaria comprar uma máquina igual "barata" com algum outro defeito e instalaria a tela na sua máquina. Depois do reparo eu venderia com tudo funcionando perfeitamente, venderia as peças que sobraram a qualquer valor só para fazer mais algum dinheiro e compraria um MBA com M1 ou até mesmo com M2.
  2. Victor, Parabéns pela sua compra! Eu uso há algum tempo uma máquina "irmã" da sua, um MBP M1 com 16 GB de RAM e no final do texto eu vou explicar porque eu comprei a máquina mais sem sentido da história da computação baseado no mais puro "achismo". Agora vamos para a sua pergunta... TLDR: Não, mas depende do CODEC, da quantidade de camadas da timeline e da temperatura ambiente. CODECS menos complexos, poucas camadas e temperaturas ambiente menores te permitirão editar em banda base sem proxy ou mídia otimizada. Agora vamos para a parte "senta que lá vem história..." (poucos entenderão a referência). A resposta correta na minha opinião é "depende". Vai depender de, pelo menos, 3 fatores: complexidade do CODEC, quantidade de camadas na timeline e temperatura ambiente. Explico cada um deles a seguir. Complexidade do CODEC e suporte de codificação e decodificação via hardware: Vídeo 4K é um vídeo em resolução 4K DCI (4096x2160) - aqui vale um parêntese para diferenciar 4K de UHD. 4K é uma resolução padronizada pela DCI - Digital Cinema Initiatives - com proporção 19:1 enquanto que o UHD (3840x2160) é uma resolução padronizada pela SMPTE e, definitivamente, não são a mesma coisa, sendo que o 4K de verdade é só o DCI, mas para efeito de informação, vou chamar daqui pra frente tudo de 4K já que o mercado assim padronizou. Parêntese fechado, vamos esquecer taxa de quadros (FPS), High Dynamic Range (HDR) e qualquer outra coisa nesse momento, só para simplificar o texto. Você pode ter vídeo 4K codificado em vários tipos de CODEC diferentes (H.264, XAVC, H.265, ProRes, etc) e ele pode ser armazenado em vários contêineres diferentes (MP4, MXF, MTS, etc). Um CODEC mais eficiente (consegue comprimir mais dados "sem" comprometer a qualidade do conteúdo) é geralmente mais complexo do que um menos eficiente (que acaba necessitando de mais espaço porque para manter a qualidade acaba comprimindo menos). Essa complexidade exige processamento, e o M1, apesar de ser muito bom, tem suas limitações. Quando a Apple diz que "O M1 é capaz de reproduzir "trocentos" streams 4K" ela está afirmando isso quando usando CODECS que o M1 possui um decodificador de hardware. Qualquer coisa fora disso vai apresentar resultado diferente porque vai necessitar acessar os núcleos generalistas para decodificação. O mesmo acontece na exportação da sua timeline: se você usar um CODEC que o M1 possui codificador via hardware o tempo de exportação será muito menor do que um CODEC que exija o uso de núcleos generalistas. Abaixo segue a lista de Encoders e Decoders do M1 das nossas máquinas: h264:Decode / Encode h265 / HEVC (8 bit):Decode / Encode h265 / HEVC (10 bit):Decode / Encode VP8:Decode VP9:Decode / Encode VC-1:Decode AVC:Decode JPEG:Decode / Encode Observe a curiosa falta de codificadores e decofificadores ProRes. Com essa informação eu passei a privilegiar proxy em H.264 no Final Cut Pro. Quantidade de camadas na timeline: Assumindo que o M1 tem codificadores e decodificadores dedicados em quantidade limitada, o uso de muitas camadas na edição vai forçar o compartilhamento desses recursos e o uso dos núcleos generalistas, o que pode fazer o usuário perceber uma perda de performance. Além disso, há de se observar que, com 16 GB de memória unificada, a quantidade de RAM é pouca para 4K em múltiplos streams. Essa parte aqui é bem curta mesmo: A quantidade máxima de memória unificada suportada pelo M1 (não Pro/Max/Ultra) não é suficiente para trabalhos longos com muitas camadas em 4K. Trabalhar em proxy nesse cenário com total certeza será mais vantajoso. Temperatura ambiente: Aqui é um ponto que entra uma característica da sua máquina. Ela não tem cooler. Ou seja, sob trabalho pesado durante longos períodos de tempo, é possível que o M1 atinja a temperatura máxima de operação, forçando um thermal throttling do SoC. Isso diminuirá a performance geral da máquina, não só da sua edição. O ponto aqui é que, se você editar em proxy, com um CODEC que seja suportado via hardware, o custo computacional será menor e o tempo de processamento de pico diminui, aumentando o head room para trabalho pesado antes da diminuição de performance para evitar superaquecimento. E a temperatura ambiente nisso? Simples: como o MBA não tem cooler, a temperatura ambiente mais baixa aumenta ainda mais o head room de trabalho, o que pode inclusive te permitir editar em usar proxy, naquela antiga equação do "cobertor curto", onde se abre mão de uma coisa para obter outra (se a temperatura ambiente é mais baixa, eu tenho mais "espaço" para manter o uso em plena carga, então vou "abrir mão" do proxy porque uma coisa compensa a outra). Como prometido no começo, vou explicar a minha opção pelo MBP M1: falta de maturidade. Eu não tenho maturidade suficiente para ter uma máquina sem cooler. Todas as que eu tinha visto até a data da minha compra sempre foram problemáticas com thermal throttling e eu não queria "pagar para ver" o que aconteceria numa primeira geração de um produto novo no mercado. Uma aposta que se mostrou "correta" pero no mucho. Apesar de sim, teoricamente, o M1 no MBA sofrer com thermal throttling em carga pesada por longo período de tempo, esse efeito não é tão agressivo quanto eu pensava que poderia ser. Em contrapartida, usando uma ferramenta de terceiros, eu pude mudar o regime de rotação do cooler do meu MBP, mudando a sua curva e antecipando seu acionamento e, consequentemente, o momento de pico de giro, o que me permite fazer o SoC trabalhar frio, mesmo em plena carga. Isso pode se traduzir em uma longevidade maior, sem comprovação científica alguma. Por fim, na minha máquina eu trabalho com proxy o tempo todo. Deixa e edição mais leve e responsiva e, no final, quando quero fazer um preview eu configuro para exibir a timeline em full resolution, reviso e exporto. Desculpa o texto longo.
  3. O fato de seu usuário ser adm no sistema não quer dizer que os aplicativos estão rodando com privilégio administrativo. Por segurança, muitos apps não rodam com esse privilégio, principalmente um de automação. Talvez você precise elevar o privilégio do shortcuts para fazer o que está tentando. Faz o seguinte: Abre a pasta aplicativos e procura o shortcuts (atalhos) Clica com botão direito no app e depois "mostrar conteúdo do pacote" Navega até "Contents" e depois "MacOS". Deixa essa janela aberta. Abre o Terminal Digite "sudo", insira um espaço de depois arraste o "Shortcuts" da janela que você abriu para o terminal. (todos os comandos sem as aspas " ) O comando vai ser parecido com "sudo /System/Applications/Shortcuts.app/Contents/MacOS/Shortcuts" Digite a senha do usuário logado (tem que ser um administrador). Isso vai fazer o Shortcuts abrir com privilégio de root. ATENÇÃO: Root é o superuser do Mac, assim como no Unix e no Linux. Esse usuário pode fazer qualquer coisa no sistema. Só faça isso para teste e com cuidado sobre o que você quer fazer! Veja se o que você quer fazer vai funcionar.
  4. Eu fiz esse mod em um MacBook Pro 2015 com GPU AMD. Melhorou muito para aumentar o tempo que demorava para chegar na temperatura onde começava o Thermal Throttling, mas não impedia. A vantagem de fazer esse mod é que aquelas bases com ventiladores atuam bem melhor porque elas passam a "empurrar" ar "menos quente" (moro no Rio de Janeiro) na base do notebook que, com o mod, passa a "atuar" como um baita dissipador de calor e, aí sim (com o auxílio da base), baixa mesmo a temperatura dos chips. Eu penso que fazer esse mod para colocar o calor na tampa, apesar de atingir o objetivo, só é legal se forçar uma ventilação ativa. Se não for para fazer isso, acho que não compensa o desconforto de deixar a parte inferior quente e ter que esperar o computador esfriar antes de guardar na mochila, por exemplo. Quando eu comprei o meu M1 eu optei pelo Pro M1 só por causa da ventilação "ativa" para não precisar fazer esse mod outra vez. Devo dizer que aqui, mesmo usando o Final Cut Pro com monitor externo e tela fechada, nunca presenciei o computador "pedir água" porque nunca percebi o ventilador do sistema girar na velocidade máxima. Para falar a verdade, não lembro de ter ouvido o ruído do ventilador nesse computador. Li em algum lugar que o Air M2 já apresenta problemas de thermal throttling se levado ao extremo. Se eu encontrar onde li essa notícia eu volto aqui e coloco o link, mas por enquanto tratem como especulação por favor.
  5. Eu tenho uma TV OLED Evo(1) (teoricamente o supra sumo do OLED e sem burn in) da LG que completará um ano de uso no dia 3 de fevereiro. Sempre segui as orientações do fabricante, contraste dinâmico ligado, brilho automático, TV em ambiente com pouca iluminação externa (para manter o brilho automático baixo). A única coisa que eu fiz na TV foi a calibração para deixar a colorimetria em SDR (Rec.709) e em HDR (Rec.2020) corretos e pasmem: ela já teve um levíssimo burn in com logo de emissora de TV que foi corrigido com o OLED Care da própria TV. Já o Nintendo Switch OLED(2) está lindíssimo. Antes do Switch tive um PS Vita(3) fat com OLED sem nenhum problema durante todos os anos de serviço. Apple Watch estou no terceiro (tive um 2(4), um 5(5) estou num 8(6) atualmente) nunca tive problema, iPhone com OLED estou no 13(7) (o meu primeiro iPhone com OLED, com um ano de uso) então não tenho muito parâmetro ainda e meu pai teve um Samsung com tela Super AMOLED(8- não lembro qual) que além do burn in ficou com cores "pastéis". Total: 8 dispositivos com OLED. Saldo: 2 dispositivos com problema de burn in, 1 corrigido com recurso do próprio aparelho. Posso conviver com esses números.
  6. A partir do Windows 11, se você tem uma licença do Windows comprada, basta ativar a licença que o Windows 11 ARM sai do modo developer preview para a versão pública estável corrente. Estou usando assim via Parallels há meses, sem problema algum.
  7. Eu sugeriria o Highlander... o Macbook Pro 2015 15" com CPU Intel i7 de quarta geração e GPU AMD Radeon R9. Não tem teclado borboleta (é o mecanismo tesoura), tem tela Retina, suporta oficialmente até o macOS Monterey, o SSD é atualizável e é uma máquina com custo na faixa de 5k a 7k dependendo da configuração dela. Usei uma dessas por longos 6 anos antes de migrar para o M1. Eu não recomendaria nenhum Mac com GPU nVidia. Patches de versões futuras de macOS sem os drivers para essas GPUs ficarão cada vez mais difíceis.
  8. Continuou não entendendo ou pior, não querendo entender.
  9. Parece que você leu o meu texto e está desqualificando tudo só porque é uma abordagem diferente da que você acredita, mesmo eu tendo citado artigos que tratam do assunto, ou não entendeu o texto, e está desqualificando por causa da falta do entendimento necessário. Não dá para ter debate dessa forma. Você diz que eu estou errado e impreciso, mas repete logo depois coisas que eu escrevi. Sugiro que volte, releia tudo o que foi escrito, perceba as aspas usadas nos momentos onde eu cito as falácias sobre o tema e, se tiver interesse, possamos debater de forma mais clara. A conversa acabou ficando com mais ruído do que sinal.
  10. As técnicas que você cita são "engembramentos tecnológicos" para diminuir o GAP da arquitetura x86 atual para a proposta de Memória Unificada (que não foi inventada e nem é exclusividade da Apple) e que não são tão eficientes quanto propagandeado pelos fabricantes por causa das características de "consumo de dados" dos tipos diferentes de processadores que um computador tem, a saber: 1- CPUs consomem dados pequenos "praticamente" em série, dado a "baixa" quantidade de núcleos quando comparados com uma GPU; 2- GPUs consomem dados gigantes que podem facilmente ser quebrados em vários núcleos para processamento paralelo. As técnicas que você cita são eficientes quando há "coincidências". Explico: Quando uma GPU precisa de um lote de dados "simples" (exemplo, wireframes sem texturas), acessar direto esse conteúdo na RAM é viável. Quando se tem texturas, a cópia para a VRAM é obrigatória. Infelizmente essa situação (uma GPU usando pequenas quantidades de dados diretamente na RAM) não ocorre com alta frequência. O marketing dos fabricantes, infelizmente, é muito poderoso na transmissão de que, apesar da ideia ser boa e funcionar, ela não se aplica na maioria dos casos, mas eles demonstram benchmarks super enviesados para provar o próprio argumento de vendas. Basta pensar de uma forma bem simples: se a técnica fosse tão eficiente como eles dizem, o custo de GPUs poderia diminuir retirando a VRAM delas e o usuário comprando RAM para as substituir, e ainda ele (o usuário) quando precisasse de mais VRAM, bastaria apenas comprar mais RAM e adicionar ao sistema o que, como sabemos, não é uma verdade. Dá uma lida nesses artigos: https://www.pro-tools-expert.com/production-expert-1/why-are-the-apple-m1-m1-pro-and-m1-max-chips-so-fast e https://debugger.medium.com/why-is-apples-m1-chip-so-fast-3262b158cba2.
  11. O esquema de Memória Unificada não é só a "RAM dentro do processador". O grande diferencial é ter um único grande lote de endereços de memória conectados diretamente ao SoC para uso de qualquer parte dele. Imagine o cenário: Um usuário está aplicando um efeito 3D sobre um vídeo no Final Cut Pro. Em um Mac com processador Intel, o vídeo está carregado na RAM para reprodução em tempo real. Para aplicar o efeito 3D o trecho de vídeo que receberá o efeito tem que ser copiado da RAM para a VRAM, onde a GPU processará o efeito 3D e o aplicará no vídeo, onde o resultado depois tem que ser copiado de volta para a RAM para reprodução. Os dados necessários para trabalho foram "duplicados", ou seja, há uma cópia em RAM e outra cópia em VRAM, cópia esta executada pela CPU através de um barramento. O pior é que mesmo com uma GPU integrada, os endereços de memória destinados à VRAM são inacessíveis pela CPU, o que obriga cópia de conteúdo. Nos Macs com Apple Silicon o conteúdo de vídeo está na Memória Unificada, em um endereço que também é visível pela GPU, ou seja, esta só precisa se preocupar em aplicar o efeito 3D no vídeo e a CPU já o tem pronto o efeito no mesmo endereço para reprodução. Isso significa que não há cópia de conteúdo entre memórias diferentes através de um barramento "lento" e, consequentemente, não há "duplicatas" ocupando o "dobro" de RAM. É daí que vem um dos ganhos de performance dos Apple Silicon e o "erro" de interpretação de que "nos Apple Silicon a memória rende mais". O sistema precisa de menos "memórias" para executar a tarefa, mas o que deixa de ser utilizado no cenário proposto acima é apenas a VRAM, porque o conteúdo que precisa ser acessado pela GPU está na mesma memória que a CPU usa (a tal Memória Unificada) e simplesmente executa o trabalho. A compressão de conteúdo na RAM ou na Memória Unificada já existe no MacOS há anos. Lembro desse recurso desde o 10.9 (Mavericks) de 2013 e nem sei se ele foi o primeiro a implementar. O usuário ainda precisa entender o seu uso e prever a quantidade correta de Memória Unificada necessária. Se o usuário edita vídeo, ele precisa prever que precisa de RAM suficiente para reprodução e render sem ter que ficar fazendo troca entre memória e swap para ter a melhor performance e não diminuir a vida útil do SSD com trocas excessivas desnecessariamente. Se o usuário só navega na internet, usa Office e e-mail, os 8 GB do Apple Silicon são mais do que suficientes.
  12. Pra falar a verdade, não tenho essa necessidade no iOS. Eu acabo fazendo isso no Mac mesmo. E no Mac uso o Preview que vem no sistema e já tem tudo o que eu preciso.
  13. Pelo que li o Private Relay é um proxy para esconder o seu endereço IP original dos sites que você visita, com intuito de impedir que eles rastreiem e criem um perfil seu. Já a VPN tem uma proposta diferente: todo o tráfego de internet do seu computador passa por um servidor que criptografa o fluxo de dados entre a sua máquina e esse servidor, impedindo que qualquer estrutura (rede à qual você se conecta, operadora de internet da sua casa, wifi público, etc) seja monitorado, dado que usa uma tecnologia de chaves criptográficas que só a sua máquina e o servidor possuem e sabem como usar. Além disso, o servidor é responsável por "chamar" a "outra ponta" dos serviços que você acessa, mas usando identificadores e IPs próprios, meio que mal comparando, o que o Privete Relay faz. Exemplo muito simplificado: Você quer acessar o www.google.com em um wifi público:. Sem nenhum recurso de segurança: seu computador enviar a solicitação para a rede wifi, a rede encaminha para a operadora, a operadora encaminha para o google e este responde devolvendo os dados do site que são enviados para a operadora, depois para a rede onde o wifi opera e por fim a sua máquina. Todos os agentes sabiam exatamente o que você acessou e puderam ver todos os dados trocados. Com Private Relay: seu computador tem um "gateway" configurado que será o destino de todas as solicitações. A solicitação endereçada para o Private Relay tem os seus identificadores e o seu pedido. Esses dados são enviados pela rede wifi, que encaminha para a operadora, que por sua vez encaminha para o servidor do Private Relay. Esse servidor retira seus identificadores e insere os próprios, garantindo que você não pode ser identificado e repassa a solicitação para o Google. Este responde com os dados do site para o Private Relay que, quando recebe, retira os próprios identificadores e insere os seus, devolvendo esses dados para a operadora, que devolve para a rede wifi que por fim chega no seu computador. Tirando o Google, todo o restante dos agentes sabiam exatamente o que você acessou e puderam ver todos os dados trocados. Com VPN: seu computador tem uma conexão privada virtual com um servidor da operadora de VPN. Essa conexão é criptografada, ou seja, só é "entendida" pela sua máquina e pelo servidor da operadora de VPN. Quando você solicita o www.google.com, esse pedido é enviado de forma cifrada para o servidor da operadora de VPN. O caminho dessa solicitação é pelo túnel que passa pela rede wifi e pela operadora que não tiveram acesso aos dados por eles serem totalmente "invisíveis" para eles. Então o servidor da operadora de VPN retira seus identificadores da solicitação, insere os próprios, e envia para o Google, que responde com o site. Ao receber o site, o servidor da operadora de VPN retira os identificadores, recoloca os seus, e devolve para a sua máquina pelo túnel que passa pela operadora e pela rede wifi pública, para no final chegar no seu computador. Nesse cenário, só a operadora de VPN poderia ter acesso aos dados que você trocou entre o Google e a sua máquina. Por isso não é uma boa ideia usar VPNs gratuitas, dado que o modelo de negócios delas provavelmente é vender os dados que por ela trafegam. Enfim, espero ter ajudado. Esse texto está muito simplificado, num nível de simplificação que pode até ser considerado incorreto, mas serve para passar o conceito.
  14. Você pode usar qualquer serviço de nuvem que permite manter o arquivo localmente e usar o menu "Compartilhar" para abrir ele no software que você desejar. A única exigência é que o software permita abrir arquivos através do menu "Compartilhar".
  15. Eu já consegui configurar um Mac mini com M1 usando um teclado não Apple, mas foi um daqueles basicões, sem nenhuma tecla especial (daqueles que não precisa instalar um driver personalizado, que funciona com driver genérico mesmo). Se for um teclado mais incrementado o Mac Mini simplesmente não reconhece. Ah, outra coisa: isso não é exclusividade do M1, isso acontece desde sempre. Eu tenho um teclado Logitech sem fio (que não é bluetooth, é daqueles que chamam apenas de "2,4 GHz") que funciona. Os Logitech que funcionam por bluetooth ou que vem com Logitech Unifying não funcionam.
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