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Carlos_Gabriel

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Tudo que Carlos_Gabriel postou

  1. O Tim Anderson, que tem um dos blogs sobre desenvolvimento de software/tecnologia que mais respeito, escreveu um artigo sobre o blackout de hoje, que posto a seguir. Opiniões esclarecidas, na minha visão, nunca são demais: All Wikipedia English requests today redirect to a page protesting against proposed US legislation, specifically the draft SOPA and PIPA legislation. Other sites will also be protesting, including Reddit (a 12 hour protest) and Mozilla, the Firefox people. Many web searchers will be discovering the value of the cached pages held by search engines. That aside, this is a profound issue that is about more than just SOPA and PIPA. SOPA stands for Stop Online Piracy, and PIPA Protect IP. The problem is that the internet is the powerful means of sharing information that mankind has devised. This brings many benefits, but not so much if it is your proprietary information that is being exchanged for free (music, video, ebooks, software) or if it gives easy access to counterfeit versions of your products, with designer handbags, watches, drugs and the like being particularly vulnerable, because intellectual property forms a large proportion of the value of the purchase. If you consider this issue at the highest level, there are three broad solutions: Do nothing, on the grounds that the world has changed and there is nothing you can do that is effective. Technology has made some forms of copyright impossible to enforce. Affected businesses have to adapt to this new world. Introduce legislation that widens the responsibility for web sites that enable or facilitate copyright infringement beyond the sites themselves, to include search engines, ISPs and payment processors. One of the debates here is how much the owners of the pipes, the infrastructure on which the internet runs, should take legal responsibility for the content that flows through them. Such legislation might be somewhat effective, but at a heavy cost in terms of forcing many sites and services offline even if they have only a slight and tangential relationship to infringing content, and greatly raising the cost of providing services. At worst we might end up with a censored, filtered, limited, expensive internet that represents a step backwards in technology. The further risk is that that such legislation may put too much power in the hands of the already powerful, since winning legal arguments is in practice about financial muscle as well as facts, rights and wrongs. Find some middle path that successfully restrains the flow of infringing content but without damaging the openness of the internet or its low cost. There is of course a risk that legislators may think they are implementing the third option, while in fact coming close to the second option. There is also a risk that attempting to implement the third option may in practice turn out to be the first option. It is a hard, complex problem; and while I agree that the proposed legislation is not the right legislation (though note that I am not in the USA), there is no disputing the core fact, that the internet facilitates copyright infringement. There are also aspects of today’s internet that concern me as I see, for example, children relying on the outcome of Google searches to paste into their homework with little understanding of the distinction between what is authoritative, what is propaganda, and what is anecdotal or simply wrong. In other words, the “no control” approach to the internet has a downside, even if the upside is so great that it is worth it. Related posts: Search for virus help highlights lack of authority in Google, Wikipedia Death of Popfly shows the dark side of the cloud Red Gate to charge for .NET Reflector, runs into storm of protest Ler mais…
  2. Ajuda qualquer um. Tenho alguma ações automatizadas no Finder, como mandar um arquivo em anexo para a pessoa x, entre outros. Link sobre o assunto: http://developer.apple.com/library/mac/#documentation/appleapplications/conceptual/AutomatorConcepts/Automator.html
  3. É um PDF. Leve-o para seu editor de textos preferido e configure-o como quiser.
  4. Você configurou o DNS na AppleTV ou no roteador?
  5. O link original da lei: http://judiciary.house.gov/hearings/pdf/112%20HR%203261.pdf Melhor ler o original que acreditar na visão e interpretação de outros.
  6. Gustavo, pega leve. Sou contra o projeto como foi colocado mas também sou contra a web como terra de ninguém. Falaram muita besteira quando da aprovação do USA PATRIOT Act e nem por isso vemos um governo mais ou menos autoritário do que era antes. Esse oba-oba sobre o que vão fechar e o que não vão é pura falácia e terrorismo psicológico. Sobre os illuminati e os Bilderbergs me recuso a comentar. Com relação à liberdade de imprensa, a mesma é regida pelo Código Civil e sim, os autores/publishers JÁ SÃO responsáveis pelo que publicam. Isso é a lei, HOJE. Acho que essa obrigação, sim, deve ser estendida a quem o faz via web, como os grandes meios de comunicação já fazem: "Os comentários abaixo refletem as opiniões de seus autores" e sim, os autores TEM que ser identificados com endereço, CPF e RG. O que se faz na web não deve ser diferente do que se faz na vida real. A capa do anonimato serve para cobrir crimes e violações, que seriam mais facilmente descobertas. Com relação a fim de projetos de código-aberto, isso simplesmente não existe. Se o projeto é comunitário e criado por seus autores sem infração de direitos do autor de ninguém, não há por que a histeria. E, por último, não acredite em tudo que você lê. Sim, sou contra a lei como colocada mas reafirmo: a era da web anônima tem que acabar.
  7. Sou a favor de um Stop Online Piracy Act. Não nos moldes propostos mas sim, sou a favor de endurecer a caça aos distribuidores de conteúdo protegido e ilegal.
  8. Que estranho! Fiz o teste aqui, com PDF's e DOCX e o finder achou o conteúdo. Vou dar mais uma pesquisada e retorno.
  9. A disponibilidade de audio/legenda depende do filme mas em geral não há disponibilização de legendas em inglês na Netflix br. Cara, ainda acho que o problema é IP ou DNS. Como as configurações de DNS podem variar por equipamento, pode acontecer de no iPad a Netflix entender como assinatura nacional e na AppleTV, internacional. Outro ponto é que li um tweet esse fim-de-semana falando que agora é possível usar sua assinatura fora do país de origem. Dá uma ligada para lá e veja se isso resolve seu problema.
  10. Com relação ao padrão de caracteres, o que sempre funcionou comigo é o ISO8859-1, que é o padrão latino e suporta nossos caracteres estranhos como "ç" e "ã". Nunca tive problema com a legenda com o HandBreak mas sempre coloco fixa no filme.
  11. Prezado Eduardo, isso acontece devido à indexação do Spotlight. Não são todos os formatos que podem ser indexados. Qual programa você usa para editar seus documentos? Por padrão, o Spotlight pesquisa <i>dentro</i> de arquivos reconhecidos por ele. No Spotlight, nas Preferências do Sistema você pode configurar algumas opções.
  12. Uso só o Handbreak que também faz, durante a conversão para M4V no padrão da AppleTV a inclusão da legenda também.
  13. Eu também. Mesma situação. Não aparecem na aba comprados agora. E nem aparecerão, mesmo que se faça o download (gratuito) de novo. Pelo que andei lendo, a Apple está cozinhando uma maneira melhor de migrar as contas. Vamos ver...
  14. Pois é. Não há o que fazer se quiser usar a iTunes nacional. Os aplicativos, mesmo comprados na iTunes Argentina estão sendo atualizados, com exceção dos jogos, que não estão disponíveis aqui na loja brasileira. E nada aparece na aba Comprados.
  15. "laissez faire, laissez aller, laissez passer".
  16. Cara, voce estâ usando o Parallels, não? No menu dele, em Devices | Sound, você escolhe o que será o Input e Output dele. Isso resolve seu problema.
  17. Gosto muito do TotalFinder. Quando pego um Mac de outra pessoa para usar, é o que sinto mais falta...
  18. Eduardo, essa configuração não tem quer ser feita dentro do programa de gravação? Não vejo sentido em indicar que o line-in será o line-out no Mac... acho que esse ajuste só faz sentido no programa de gravação de audio/vídeo...
  19. Maravilha. O Parallels tem alguns modos de visualização: Window, que mostra o WIndows em uma janela, Full Screen, que mostra em tela cheia, como se você estivesse rodando só o Windows e Coherence, que roda os aplicativos Windows como se fosse no próprio Mac, o que é muito bacana. Teste e verifique a qual você se adapta melhor. Com relação ao VirtualBox, que o colega acima citou, minha experiência foi desastrosa. Muitos problemas com os aplicativos e tela azul (na época rodava o XP) com uma freqüência irritante. Por isso optei pelo Parallels.
  20. Pode escolher sem problemas. Aqui, tenho a versão 32 bits instalada, mesmo o OS X sendo 64 bits.
  21. Essa função de acessar as opções é do Netflix, durante a execução de um filme. Se você estiver nos menus da Apple TV, desliga mesmo.
  22. Não recebi o e-mail. Quanto à instalação do Windows, pode ser 32 ou 64 bits, dependendo da versão do Windows XP/7 que você possui. Com relação à RAM, depende, também do Windows e Mac que você possui. Se no host você tem 8 Gb, coloca 2Gb para a máquina Virtual no Parallels. Se tem 4 Gb, coloca 1.5 Gb que acho que roda legal, mas com um pouco de perda de performance no Mac OS X. Meu e-mail é meu usuário aqui do fórum @me.com
  23. Toda mudança de versão (e não uma atualização/correção de bugs) é cobrada. Isso em todos os softwares (MacOS X, Office, iLife, Windows etc...). O que as empresas fazem, de maneira geral, é vender uma licença mais barata para quem é usuário de versão anterior. O famoso upgrade. Se você não quiser atualizar, não acontece nada. A não ser quando muda a versão do OS, que pode deixar alguns aplicativos antigos incompatíveis.
  24. Drogas para que né? he he he... também me amarrava nas visualizações do WinAmp. Fiz, há muto tempo, as capas dos meus cd's de backup com prints dessas visualizações. Eram muito boas mesmo. Uso desde a versão 4. Já está na 7. Fiz a compra de todos os upgrades via site do Parallels.

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