Sou de Curitiba e estive na Apple do Morumbi nos dias 16/04 e 20/04. Motivo: o iPhone 16 da minha esposa tinha um problema na tela que fazia ela ficar piscando em alguns momentos sem parar.
Tenho AppleCare+ em todos os nossos dispositivos.
No primeiro dia foi feita uma atualização de software, reset de fábrica e fui orientado de que deveria observar. Caso o problema acontecesse de novo, deveria voltar para que trocassem a tela.
No dia 20 o problema aconteceu e eu consegui agendar atendimento lá. Fui atendido pela mesma pessoa do dia 16. Após novas verificações, fui orientado a aguardar atualizações futuras de software para resolver um problema que a Apple nem sabia que existe (ou seja, seria uma promessa pior que a do Apple intelligence).
Mesmo tendo AppleCare+, precisei ser firme exigindo a troca do aparelho na tentativa de uma solução efetiva (que não fosse aguardar novas versões do iOS). Foi estressante e bem desgastante. Não houve barraco, mas precisamos ser irredutíveis em nossa posição.
Comprei a briga por alguns motivos: aquele era meu último dia em SP, esse iPhone foi presente meu para minha esposa (que só aceitou largar a Samsung depois de anos fazendo propaganda de como as coisas da Apple funcionavam bem), eu paguei o seguro para me proteger de problemas (mesmo já tendo a garantia oficial) e porque meu dinheiro não é encontrado no lixo.
Num certo momento a atendente retornou com uma pessoa que saiu lá dentro junto dela (se não me engano o nome é Matheus, se não for, atualizo aqui depois). Ele disse que abriria uma exceção e trocaria o aparelho, pois eu não era de lá e qualquer suporte aqui seria mais demorado (mas assistências técnicas). Foi quando minha esposa manifestou o quão insatisfeita estava com o celular apresentando problema e que se o problema voltasse a acontecer com a nova unidade, ela venderia e compraria Samsung novamente. Após isso, essa mesma pessoa começou a dizer que então não daria a troca, alegou que desse jeito não faria sentido porque ele estava tentando proporcionar uma boa experiência e que se ela já pensava em comprar outro celular, não faria sentido providenciar essa troca.
No fim, ela teve de pedir desculpas e falar que aceitava a troca para que o ego dessa pessoa fosse amaciado e o aparelho fosse trocado. Ao todo, ficamos entre 1 e 2 horas nesse cabo de guerras em busca do nosso direito.
Não sei se já chegou a ir lá, mas como também não mora em SP, esteja preparado para qualquer situação.
As vezes a “franquia” é uma puxada de saco de alguém com o ego ferido.