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Após furto, smartphones vão parar no centro de SP


camila447

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Matéria interessante. Espero que quem compra celular de camelô tenha mais consciência de que a próxima vítima pode ser ele mesmo.

Após furto, smartphones vão parar no centro de SP

O empresário carioca M., 40, dançava quando sentiu falta de seu iPhone em meio à multidão que se divertia ao som de música eletrônica, no Anhembi. Ele e pelo menos outras 58 pessoas saíram sem seus smartphones do Skol Sensation, no dia 2 de junho.

Graças ao rastreador do aparelho do empresário, os objetos furtados foram achados no mesmo lugar: um hotel no centro de São Paulo.

A região é o destino preferencial dos aparelhos roubados ou furtados na cidade, segundo a Polícia Civil.

A Folha teve acesso a boletins de ocorrências, registrados nas regiões oeste e norte da cidade, em que se constatou, graças aos rastreadores, que os smartphones foram parar nas mãos de receptadores na região central.

As áreas próximas à rua Santa Ifigênia, rua Direita e Bom Retiro são pontos de desova dos equipamentos, segundo os registros. Nesses locais, também são vendidos.

A localização dos aparelhos por meio de rastreador não é regra, já que há técnicos que conseguem desabilitar o aplicativo. Geralmente, os celulares são desligados após o crime justamente para evitar o rastreamento.

Segundo o delegado Antonio Luis Tuckmantel, do 3º DP (Campos Elíseos), os aparelhos também acabam numa "feira do rolo" itinerante no centro. "Não são quadrilhas, são ladrões de rua, que se aproveitam de um descuido e fazem furtos", disse.

A feira ocorre na região da cracolândia, mas não tem rua nem local e horário definidos. É nessa mesma região que há um movimentado comércio de celulares de segunda mão.

Não é possível saber quantos aparelhos foram roubados ou furtados porque a Secretaria de Segurança Pública não faz estatística específica sobre isso.

2aj9dhw.jpg

ESTRATÉGIAS

Antes de cair na noite paulistana, a escritora Márcia Pereira de Almeida, 36, se veste, faz a maquiagem e pega o "celular da balada".

O aparelho, um modelo simples, substitui o iPhone comprado há poucos meses, para repor outro que foi roubado numa festa.

A estratégia é para evitar perder seu segundo aparelho.

"Perguntei à atendente da TIM se era possível obter um celular mais simples e eles me deram um. Quando vou à balada, só uso esse [o mais simples]", contou.

Assim que foi furtada em maio deste ano na praça Benedito Calixto, em Pinheiros, zona oeste paulistana, a psicóloga Viviane Hoffman, 27, telefonou para o aparelho. Estava desligado, e ela nunca conseguiu rastreá-lo.

"Ele [ladrão] enfiou a mão na minha bolsa e tirou. Não tive chance de recuperá-lo."

http://www1.folha.uo...tro-de-sp.shtml

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Acho que o rastreador deveria ser por chip (interno) ou pelo menos pelo EMEI ou numero de Série.

Já passei pela experiência de ter o iPhone furtado e depois de tudo as conclusões a que cheguei foram:

  • As fabricantes de smartphones deveriam implementar o desligamento protegido por senha, deste modo o ladrão não conseguiria desligar o aparelho imediatamente, dando mais tempo para o dono ou mesmo a polícia rastreá-lo.
  • A blacklist de IMEIs deveria ser pública, de modo que os proprietários de aparelhos roubados pudessem verificar sempre que quisessem se o IMEI de seu aparelho ainda consta na lista. Apesar dessa lista ser de grande valia pois impede a utilização do aparelho, já existem quadrilhas que agem com a ajuda de pessoas de dentro das operadoras para retirar ilegalmente IMEIs da blacklist.
  • Seria interessante também que as operadoras monitorassem os aparelhos que ingressam em suas redes verificando se o IMEI consta na blacklist, informando a polícia sempre que um aparelho desses entrasse em operação novamente. A operadora poderia até dar a localização em tempo real do aparelho para a polícia, quem sabe até gravar trechos das ligações para identificar o portador do aparelho. Só não sei se isso seria legal.
  • Poderia até ser criado um serviço onde o proprietário do aparelho roubado recebesse um email ou SMS automaticamente caso seu aparelho ingressasse na rede qualquer operadora, deste modo ele mesmo poderia acionar as autoridades.

O fato é que não faz o menor sentido essa blacklist ser "fechada" como é hoje. Isso toli quase todo o potencial que essa ferramenta teria se fosse aberta à sociedade e ainda da margem para a ação dessas quadrilhas.

Eu, felizmente, consegui recuperar meu iPhone por conta própria (porque se fosse depender da polícia...), mas tenho consciência que sou uma exceção, a maioria não tem a mesma sorte.

Editado por Odigooogle
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Trabalhei uma vez num projeto sobre esses sistema de rastreio. É relativamente e simples a implantação de uma sistma assim, na verdade ele já funciona "experimentalmente" nos EUA (de forma não oficial) deste a declaração do Patriot Act para "determinadas" situações.

Um dos maiores problemas para a implementação em larga escala destes procedimentos é a extrema invasão de "privacidade" que pode ocorrer e os consequentes questionamentos. Acho até estranho não já existir processos envolvento o Find My Friends, o Find my iPhone e semelhantes. Se não me engano o Facebook teve problemas relativos a um sistema parecido.

O potencial disso para processos, em especial numa sociedade onde se pode processar tudo e a todos por motivos banais é explosivo demais. Lembrando que alternativas nesse sentido teriam de ser implementadas em conjunto com os orgãos de segurança, operadoras e "sociedade civil" consumindo uma miriade de serviços e um grau de colaboração que com CERTEZA NÃO EXISTE em muitos paises, então imagine isso aqui nesse nosso Brazil Tropical, onde nem um banco de dados unificados entre as policias estaduais (militar e civil) existe.

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Acho que o rastreador deveria ser por chip (interno) ou pelo menos pelo EMEI ou numero de Série.

Pelo número de série é possível de localizar caso o aparelho esteja sendo usado, pois essa e outras informações são registradas nas RBS (ou ERB - Estação Rádio Base).

Esse procedimento já é utilizado nos EUA mas precisa de acordo com as operadoras para elas fornecerem as informações.

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