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Apple trouxe a audiofilia para perto da grande massa?


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1 hora atrás, Luciano Carvalho disse:

O conector lightning/P2 da Apple não serve, não transmite lossless. O pessoal está usando o conector lightning/USB-A, depois um DAC e aí sim conecta o fone. Não sei se há outra alternativa.

Vixe...só depois de ter escrito isso acima é que li os excelentes comentários do "Amigos", que me desmente completamente. Ele parece ser bastante conhecedor do assunto, então já não sei mais nada. rs

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Em 07/08/2021 at 17:03, leandroneves disse:

Acredito que a Apple deu um passo para a audiofilia com a inclusão de Lossless e High-Res Audio pro Apple Music, porém falta dominar um pouco mais a experiência, como por exemplo permitir acesso exclusivo aos DAC para atingir o "Bit-Perfect" coisa que o TIDAL por exemplo faz, onde o mesmo na minha humilde opinião ainda domina o mercado nesse nicho.

O Diferencial e o que deixa o TIDAL acima ainda é o MQA como formato de altíssima resolução, que traz as musicas em qualidade de Estúdio, porém necessita de um DAC especifico para o realizar "unfolding" final do arquivo pra obter a máxima qualidade.

ou seja os pontos negativos ainda do Apple Music é a biblioteca ainda bem baixa de arquivos High-Res Lossless (24 / 192)  se for comparar com o TIDAL / MQA, e a pobre integração com os DAC tanto mobile quanto no desktop, com a falta de acesso exclusivo ao mesmo.

Obrigado pela resposta!
O que seria esse acesso exclusivo ao DAC?

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18 minutos atrás, Luciano Carvalho disse:

Obrigado pela resposta!
O que seria esse acesso exclusivo ao DAC?

 

É quando o aplicativo assume o controle exclusivo do dispositivo, no caso o DAC. e ai ele não pode ser compartilhado com outros aplicativos no sistema , (como por exemplo um navegador no YouTube, Sons de Notificação.. etc)

O acesso exclusivo ao DAC permite que o aplicativo assuma o controle com precisão absoluta no aspecto de reprodução sem qualquer interferência do sistema operacional, isso permite a reprodução bit por bit de modo perfeito, para os mais puristas é um requisito básico para obter uma reprodução de qualidade audiófila.

Por Exemplo: um arquivo de audio em (24 Bit / 96Khz), o aplicativo tendo acesso ao DAC de modo exclusivo permite que o mesmo mude automaticamente para esta frequência de reprodução internamente, sem a necessidade de interferência vinda do sistema e software realizando processos de resampling por exemplo.

 

 

 

 

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Em 08/08/2021 at 06:48, Amigos disse:

Fala Luciano, tudo bem?

Me colocando no meio de sua conversa com o amigo roberktum, gostaria de colocar alguns pontos que acho importantes. Acredito que você acompanhe o MacMagazine e, portanto, tenha acompanhado as discussões que ocorreram nas matérias relativas ao tema, que foram muito bacanas. Caso não tenha visto, recomendo que dê uma olhada.

Fala, Amigos. Obrigado pela excelente resposta!

Eu não vi as discussões nos posts do MacMagazine não. Vou dar uma procurada.

Em 08/08/2021 at 06:48, Amigos disse:

Verifique as configurações de normalização de volume nos dois serviços e mantenha ambas iguais. Para se realizar um teste comparativo, em um mesmo sistema, entre dois áudios é de extrema importância  que eles estejam no exato mesmo volume, qualquer variação irá afetar os resultados, uma vez que nosso cérebro invariavelmente tem preferência por aquele que tem volume mais alto. Obviamente que suas conclusões podem ser iguais.

Fui dar uma olhada e o audio do meu Spotify estava realmente configurado em "normal". Mudei pra "loud" e agora é o Apple Music que ficou mais baixo. rs. Quando faço teste agora, tenho que aumentar o volume quando vou pro Apple Music. Não sei como ter certeza de que ambos estão com o mesmo volume. Não achei nada disso no Apple Music.

Mas me diga uma coisa: percebi que essa sua dica quanto ao volume também é abordada em vários textos ou vídeos sobre o assunto. Quando você aborda essa questão, posso concluir que você considera que não há diferença alguma entre o audio do Spotify e o do Apple Music? Como eu mencionei antes, sempre achei o Apple Music melhor, mas confesso que agora, depois de ajustar o volume do Spotify, foi mais difícil notar diferença entre eles. Porém, eu continuo achando o som do Spotify mais "fechado", abafado (é a forma que eu consigo descrever), enquanto o do Apple Music me parece mais "aberto", cristalino. Qual a sua opinião sobre isso?

Em 08/08/2021 at 06:48, Amigos disse:

Acredito que essa seja uma afirmação muito interessante. Sinto que nos últimos anos houve ou uma supervalorização do conjunto DAC e amplificador dedicados ou então uma desvalorização das versões integradas desses componentes. De fato, muitas vezes as soluções integradas empregadas nos celulares e computadores deixam a desejar, mas isso tem sido cada vez menos comum. Falando de iPhones especificamente, eles tem total capacidade de entregar uma qualidade ótima, não justificando um investimento em um conjunto externo a menos que se tenha de fato ótimos transdutores, ou seja, fones de ouvido/caixas de som. Dê uma pesquisada nas análises dos chips integrados usados nos iPods de mais de 10 anos atrás e você irá perceber que nem naquela época eles deixavam a desejar, ou eram incapazes de entregar "som lossless" (algo equivocado por conceito). Até por volta da época do iPhone 5, portais voltados para som de alta qualidade realizavam testes laboratoriais com os aparelhos e geravam especificações para os DACs/Amplificadores que se mostravam ótimos. Infelizmente muitos desses sites não existem mais.

Nesse tema, embora discorde em alguns pontos dele, tenho que concordar com o Leonardo, do canal mencionado. Muito mais se vale investir em fones ou caixas do que em DACs e/ou amplificadores, que são quase sempre um dos últimos pontos de investimento.

A justificativa que vários youtubers de tecnologia deram para a obrigatoriedade de um DAC não é a capacidade das versões integradas nos smartphones, tablets etc. Eles na verdade dizem é que o audio que sai desses dispositivos é digital e precisa ser convertido para analógico antes de chegar a fones de ouvido cabeados como os da Sennheiser, AKG, Beyerdynamic etc. Tomei isso como uma verdade absoluta, pois todos os youtubers que vi, brasileiros e gringos, dizem isso. Então não é necessária essa conversão? Eu agora sinto que voltei à estaca zero. Não sei mais nada. rsrs

Em 08/08/2021 at 06:48, Amigos disse:

Os sistemas integrados são sim muito bons. Aliás, como disse acima, esse conceito de que o conector Lightning-P2, por exemplo, não entrega "som lossless" é equivocado por definição, uma vez que esse termo refere-se apenas ao arquivo conter exatamente a mesma informação do arquivo que o gerou. Note que, antes de um arquivo lossy chegar ao seu fone/caixa, e em alguns casos ao próprio DAC caso a decodificação seja via software (como é o caso do Spotify), o mesmo será decodificado gerando um sinal LPCM exatamente como no caso de um arquivo lossless. Qual a diferença. então? O último será exatamente igual ao arquivo original, já o primeiro não. Tudo isso podendo ocorrer muitos antes de chegar no DAC. Em resumo, essa afirmação é equivocada e muito errada conceitualmente falando.

Mais uma vez você me fez voltar à estaca zero, pois todos os vídeos que vi afirmam que o conector lightning/P2 da Apple não pode ser usado para audio lossless, por algum motivo que agora não me lembro mais (não sei se é porque, na alegação deles, esse conector não é capaz de transmitir o sinal na "largura de banda" - acho que é essa expressão que eles usam - do lossless ou se há algum tipo de conversão indesejada de sinal nesse conector). Esses youtubers estão falando m#[email protected] então?

Eu só sei, Amigos, que não sei de mais nada. Tudo que eu achava que tinha aprendido depois de ver dezenas de vídeos no Youtube foi por água abaixo agora. Estou mais perdido do que cego em tiroteio. haha

Afinal, eu invisto em um DAC portátil (como o Dragonfly) e um fone cabeado (como Sennheiser, AKG, Beyerdynamic etc.) ou compro um  AirPods Max e ouço via bluetooth mesmo? 

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26 minutos atrás, leandroneves disse:

 

É quando o aplicativo assume o controle exclusivo do dispositivo, no caso o DAC. e ai ele não pode ser compartilhado com outros aplicativos no sistema , (como por exemplo um navegador no YouTube, Sons de Notificação.. etc)

O acesso exclusivo ao DAC permite que o aplicativo assuma o controle com precisão absoluta no aspecto de reprodução sem qualquer interferência do sistema operacional, isso permite a reprodução bit por bit de modo perfeito, para os mais puristas é um requisito básico para obter uma reprodução de qualidade audiófila.

Por Exemplo: um arquivo de audio em (24 Bit / 96Khz), o aplicativo tendo acesso ao DAC de modo exclusivo permite que o mesmo mude automaticamente para esta frequência de reprodução internamente, sem a necessidade de interferência vinda do sistema e software realizando processos de resampling por exemplo.

 

 

 

 

Ah, entendi. Interessante saber que o Tidal oferece isso e o Apple Music ainda não. 
Obrigado.

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Excelente tópico! Me fez ter saudades do HTFORUM🪦

Uma coisa que gosto de lembrar quando converso com amigos sobre essa novidade que é o lossless no Apple Music, é que se trata simplesmente do retorno à qualidade de CD 💿.

O lossless de alta resolução é que traz algo superior!

Ou seja: O Apple Music agora finalmente se equipara à qualidade de CD ( 16 bits 44.1Khz) na grande maioria de suas músicas disponíveis. E para aproveitar isso pode-se utilizar de aparelhos de som convencionais como Home Theaters e Micsosystems com caixas acústicas boas (ligados por cabo ao apple TV ou Mac, por exemplo). Som de carro de qualidade também ira tocar áudio lossless com maior qualidade (quando conectado por cabo, no modo " ipod " (me corrijam se estiver errado).

Porém para aproveitar O lossless de alta resolução é que é necessário mais investimento em hardware e conexões apropriadas.

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Fala, Amigos. Obrigado pela excelente resposta!

Fala Luciano!

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Quando faço teste agora, tenho que aumentar o volume quando vou pro Apple Music. Não sei como ter certeza de que ambos estão com o mesmo volume. Não achei nada disso no Apple Music.

O ideal seria desativar o recurso de normalização do Spotify, esse que você comentou que estava em "normal", e fazer o mesmo para o Apple Music, através da opção "Verificação de som" que fica no painel "Música" dentro do Ajustes. Em seguida, abra a página de um artista, escolha uma música de preferência recente para evitar possíveis diferenças de masterização, algo improvável porém não impossível. Ambas devem estar no mesmo volume.

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Quando você aborda essa questão, posso concluir que você considera que não há diferença alguma entre o audio do Spotify e o do Apple Music? Como eu mencionei antes, sempre achei o Apple Music melhor, mas confesso que agora, depois de ajustar o volume do Spotify, foi mais difícil notar diferença entre eles. Porém, eu continuo achando o som do Spotify mais "fechado", abafado (é a forma que eu consigo descrever), enquanto o do Apple Music me parece mais "aberto", cristalino. Qual a sua opinião sobre isso?

Confesso que pensei bastante antes de responder lhe responder, não pela resposta em si mas sim pela justificativa. Acredito que possa separar minha resposta sobre dois pontos de vista: se existem diferenças objetivas e se existem diferenças subjetivas entre os dois serviços.

De fato, objetivamente falando, considero que não há diferença entre os serviços no que diz respeito à fidelidade do áudio. Isso pois os arquivos que chegam em nossos celulares, embora codificados com codecs com perda, são virtualmente indistinguíveis daquilo que está nos servidores de ambos os serviços, que devem ser iguais, em termos de qualidade. Com a chegada do áudio lossless eles passam a ser não virtualmente mas sim literalmente idênticos. Existe um pouco mais de detalhes, mas isso não somente é um outro assunto, como também é indiferente para nossa conversa. 

Subjetivamente, é possível que hajam diferenças, mas essas não tem nada a ver com a qualidade do áudio, mas sim com variáveis como a normalização de áudio. Explico: quando o Apple Music foi lançado, eu realizei este mesmo experimento que você. Na época, o Spotify ainda não possuía normalização e minha "Verificação de som" estava desativada. Ao escutar minha música de referência, percebi que o som do Apple Music possuía compressão dinâmica e, olhando na internet, descobri que não havia sido o único a perceber isso. De fato, as músicas tanto do streaming quanto da rádio Beats 1 utilizavam a compressão de faixa dinâmica exatamente com o intuito de realizar a normalização, algo que foi extensamente veiculado na mídia naquele momento.

O motivo de tanto alarde era o fato de que, embora ambas os arquivos nos servidores de ambos os serviços fossem iguais, a serem tocadas as músicas do Apple Music pareciam melhores para o grande público e incomodavam boa parte dos "audiófilos", isso pois elas sofriam compressão de faixa dinâmica antes de serem reproduzidas, e não era possível desativar isso.

Não sei se você está familiarizado com esse conceito, se estiver apenas ignore este paragrafo. De uma forma simplória, a compressão de faixa dinâmica funciona diminuindo o volume das partes mais altas de um sinal. Fazendo uma analogia, imagine que você coloque uma música para tocar e mantenha suas mãos no botão de volume. Assim, todas as vezes que você perceber um aumento brusco no volume, como em um prato de bateria por exemplo, você abaixa rapidamente e logo após tal impulso retorna ao volume anterior. Assim funciona essa compressão. Na prática, se tem a sensação do inverso, ou seja, que aquilo que estava mais baixo e escondido agora está mais alto e presente. Isso é confundido por muitas pessoas como um aumento de "detalhamento" da música e, quando utilizado de maneira inteligente, pode ser muito útil. Além disso, tal recurso pode ser utilizado como uma forma, não ideal diga-se, de se "igualar" o volume de músicas.

Voltando ao Apple Music, era exatamente a sensação de maior "presença" dos instrumentos que deixava as pessoas com a impressão de maior fidelidade mesmo que fosse apenas um "truque". Embora a maça tenha desativado esse recurso, é possível que artifícios do tipo, ou seja, aqueles que não tem relação direta com a fidelidade do áudio em relação ao que está nos servidores, seja responsável por tais diferenças. Além disso, devemos sempre lembrar que pode haver interferência do simples "efeito placebo".

Em 09/08/2021 at 16:50, Luciano Carvalho disse:

A justificativa que vários youtubers de tecnologia deram para a obrigatoriedade de um DAC não é a capacidade das versões integradas nos smartphones, tablets etc. Eles na verdade dizem é que o audio que sai desses dispositivos é digital e precisa ser convertido para analógico antes de chegar a fones de ouvido cabeados como os da Sennheiser, AKG, Beyerdynamic etc. Tomei isso como uma verdade absoluta, pois todos os youtubers que vi, brasileiros e gringos, dizem isso. Então não é necessária essa conversão? Eu agora sinto que voltei à estaca zero. Não sei mais nada. rsrs

Não sei se entendi muito bem o argumento deles para falar a verdade. De fato, eles estão certos quando dizem que é necessária uma conversão, que seria exatamente o processo de pegar a representação digital de um sinal analógico (o arquivo com a música nesse caos) e de fato gerar esse sinal analógico. No entanto, os DACs integrados já são capazes de fazer isso, inclusive eles fazem isso desde sempre. 

Quanto a questão do lossless, acredito que minha resposta anterior tenha mais confundido do que ajudado. Tentando simplificar, eu quis dizer que não faz sentido falar em DACs não "suportarem lossless" pois esse termo, em seu sentido original, se refere apenas a não ocorrerem perdas em relação ao arquivo de origem. Exemplificando: se você estiver em um estúdio e gravar um som qualquer você provavelmente o fará no formato WAV, que nada mais é do que uma "caixa" que guarda dados representado em LPCM. O que seria o LPCM? É uma forma de representar sinais analógicos. Uma analogia seria entre o sistema decimal e o binário. Ora, com ambos eu consigo representar todos os números inteiros que eu quiser, certo? Porém, eu os represento de forma diferente, uma vez que dois mil e um em decimal é "2001" e em binário é "011111010001". O LPCM é algo como um dessas duas formas porém para sinais.

Agora imagine que você gostaria de reduzir o tamanho do arquivo afinal, como você pode ver da analogia, algumas formas de representar podem ser maiores do que outras. Você pode fazer isso descartando informações ou não. Ou seja, eu posso representar "dois mil e um" como "2001", que é menor que em binário e eu não perdi informação alguma, ou em algum outro sistema, como por exemplo de múltiplos de mil, nesse caso bastaria eu "guardar" o número 2, que multiplicado por mil daria 2000, mas eu estaria perdendo informações.  Pensando na analogia o lossless é o número "dois mil e um" representado como ""011111010001" ou "2001", pois é exatamente o número e não algo próximo dele. 

Então por que as pessoas falam de lossless e DACs? Isso acontece pois há um abuso de termo (confusão nesse caso) em que lossless seria o mesmo que audio no "padrão CD" (Red Book). Além de ser um uso errado do termo, isso é ainda mais errado quando alguém afirma que os DACs não o suportam ("padrão CD"), isso pois todo DAC suporta as especificações de CD e mais do que isso, assim como falei na resposta anterior, todo arquivo com perdas (lossy) é convertido para o padrão de CD antes de virar sinal analógico, seja via software ou pelo próprio DAC. Retomando a analogia, se o formato do padrão de CD fosse o binário e o MP3 os múltiplos de mil, então é como se eu pegasse o "2", transformasse em "011111010000" (2000) e depois convertesse em sinal analógico. Note que, embora eu tenha convertido o MP3 para o "padrão CD", eu ainda não consegui recuperar o que eu havia perdido, que seria a diferença entre "2001" e "2000".

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Mais uma vez você me fez voltar à estaca zero, pois todos os vídeos que vi afirmam que o conector lightning/P2 da Apple não pode ser usado para audio lossless, por algum motivo que agora não me lembro mais (não sei se é porque, na alegação deles, esse conector não é capaz de transmitir o sinal na "largura de banda" - acho que é essa expressão que eles usam - do lossless ou se há algum tipo de conversão indesejada de sinal nesse conector). Esses youtubers estão falando m#[email protected] então?

Nesse caso sim, amigo. Eles estão equivocados. Agora, se eles estiverem falando de áudio com taxas de amostragem superiores à 48kHz, vulgarmente conhecido como "alta-resolução", então sim eles estão certos. Isso pois o conector precisará converter a taxa de amostragem, por exemplo 96kHz para o que ele suporta, que é 48kHz. Porém, para áudio "lossless" (note o termo errado) que na verdade seria o "padrao CD" (16-bit/44.1kHz) então o DAC do conector suporta, assim como qualquer outro DAC.

Desculpe-me pela resposta extensa, infelizmente tenho bastante dificuldade de escrever sem me estender demais.

Editado por Amigos
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13 horas atrás, Amigos disse:

Desculpe-me pela resposta extensa, infelizmente tenho bastante dificuldade de escrever sem me estender demais.

Vou citar só a última frase, porque só me resta agradecer pela sua boa vontade em compartilhar seu conhecimento aqui com a gente. Estou até desconfiando que você é o Leonardo do Mind The Headphone...hehehe

Acho fantástico a pessoa ter isso como paixão e por isso acumular tanto conhecimento técnico. Mas vejo agora que minha praia é simplesmente curtir as músicas na melhor qualidade possível. Não vou mais ficar me preocupando tanto com aspectos técnicos. Acho que vou comprar um fone qualquer sem fio mesmo e está ótimo. rsrs

Grande abraço e obrigado novamente!

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