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MACBOOK M1X Previsão pra quando?


Posts Recomendados

16 horas atrás, andresousa.com disse:

Como assim? Macbook Pro M1 tem teclado diferente do Air?
O Teclado Borboleta estraga fácil?

Olá,

Meu MacBook Pro com teclado problemático era o de 2019 que tinha esse  teclado borboleta ainda… por isso me senti aliviado aí migrar pro Air que não tem mais esses problemas.

os teclados agora não dá mais problemas, pode ir sem medo…

16 horas atrás, Junior Bianchi disse:

Não....os M1 são iguais. O Pro até 2019  (se nao me engano) que tem o teclado borboleta.

Exatamente… por isso fiquei feliz em sair do Pro…

eu já troquei de teclado duas vezes no anterior que tinha de 2017 e uma vez a tela… acabava não usando meu MacBook por medo…

Agora eu não sei se fiz uma troca boa… dei meu Pro 2019 e enterei mais 1000 dividido em 12 vezes no Air 🙈

Sorte que achei uma caixinha do AppleCare por 498 no marketplace da Americanas e estendi minha garantia até 2024 ❤️

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Em 11/06/2021 at 10:17, andresousa.com disse:

Tenho um Macbook 2012 Retina quase parando, comprei logo que lançou. Preciso aposenta-lo.
Porém gostaria de pegar um MBP novo, com todas as novidades fresquinhas, como não troco sempre acho que seria legal para eu aguentar mais 8 anos com ele. 

Estou na dúvida, será que vai vir tão diferente assim desse MBP M1?
Esses rumores na internet podemos confiar? 



 

Vou compartilhar com você como foi trocar um Macbook Pro Retina 15" 2015 (i7 2,8, 16 GB, SSD 1 TB, Radeon 2 GB) por um Macbook Pro Retina 13" 2020 (M1, 16 GB, 512 GB). Considere que os prós e contras são quando eu coloco essas duas máquinas lado-a-lado.

Prós:

Ganho de performance

No Macbook Pro 2015 eu editava em 1080p60 em full resolution no Final Cut Pro sem problemas, porém quando ia para o 4Kp60, só no proxy. Já com o Macbook Pro M1 eu consigo editar 4Kp60 HDR em full resolution, sem problemas. Além disso, nenhum efeito dos que precisei usar necessitou de render prévio para visualização, nem mesmo os de correção de distorção de lentes. E os tempos de exportação são, pelo menos, três vezes mais rápidos nos codecs que normalmente uso (H.264 e ProRes). Uma curiosidade: exportar em codec de alta eficiência (HEVC) no M1 é rápido e simplesmente impossível no Macbook Pro 2015.

Teclado

O teclado os Macbooks sempre foram referência até o lançamento do mecanismo borboleta, em 2016. O meu M1 já vem com o Magic Keyboard (uma evolução do mecanismo tesoura usado até 2015). Ele é simplesmente fantástico, muito superior ao Retina 2015, com excessão apenas pelo Touch bar, que comentarei depois.

Touchpad

Pra mim, ele é melhor só porque é maior. Fora isso, a qualidade é igual ao do Retina 2015.

Portas

Apesar de apenas duas portas Thunderbolt 3 (compatíveis com USB4), elas são muito, mas muito, rápidas. Olhando em retrospectiva, meu Retina 2015 tinha duas portas USB 3.0 (conector tipo A), duas Thunderbolt 2 (conector tipo DisplayPort), uma saída HDMI e um leitor de SD card. Efetivamente o que eu usava eram as duas USB e a porta HDMI, ou seja, um dock em casa e dois adaptadores passivos de USB A para USB C (para usar fora de casa) resolveu o meu "problema". Considero pontos positivos porque a performance superior das portas, na minha opinião, compensou a "perda" de flexibilidade comparado ao que eu realmente usava.

Tela (ponto positivo)

A resposta de cores e o nível de brilho são simplesmente fantásticos. Considero que esse é o meu primeiro notebook com uma tela que permite fazer color grading de verdade, mas mesmo assim é importante calibrar a tela porque ela vem com uma saturação alta nas cores. A questão aqui é que a tela que vem tem um bom range de ajuste, garantindo um bom tempo de vida útil com ajuste fiel.

Bateria

A bateria dura uma eternidade. Praticamente consigo trabalhar o dia todo com a máquina sem ligar na fonte. Só não consigo totalmente porque o meu local de trabalho é muito bem iluminado e por causa disso o brilho da tela fica muito próximo do máximo. Trabalhando em casa, com a luz mais "baixa" a bateria dura em torno de 14 horas (sem editar vídeos, é claro).

Ruído (positivo)

A máquina é super silenciosa. Ouvir o barulho da ventoinha é quase como um exame de audiometria, mas eu percebi um contra aqui que comentarei a seguir.

Temperatura (positivo)

A máquina esquenta muito pouco quando em uso pesado. Dá para usar a máquina normalmente porque a temperatura do teclado não incomoda nessa condição de uso.

Contras:

Touch bar

Eu simplesmente não consegui me adaptar a essa abominação. Acabei configurando para exibir fixamente as teclas de atalho do teclado sem esse recurso e as teclas de função através do Fn. Não tem feedback físico, a sensibilidade ao toque não é boa e a função de atalhos contextualizados não é útil (pelo menos pra mim).

Dobradiça da tela

Não é uma coisa só da minha unidade, porque eu comparei com outros Macbooks M1 ou Intel mais novos e o comportamento é o mesmo. Eu acho a dobradiça da tela muito "mole". A do Retina 2015 é muito mais firme.

Tela (ponto negativo)

Para quem se acostumou a trabalhar com uma tela de 15 polegadas e fez questão por muito tempo do maior espaço possível para interfaces, o Macbook Pro M1 (e o Air também) não são as máquinas ideais. O maior pênalti que eu sofri foi essa perda. Dá pra usar? Sim, dá, mas é bom? Não, não é. Como o meu setup em casa é sempre com um monitor externo, teclado e mouse, o problema não ficou tão "grave", mas incomoda.

Ruído e temperatura (negativo)

Para manter o nível de ruído baixo, a Apple continuou com a antiga tática de só acelerar a ventoinha quando a temperatura atingisse o limite. O que eu observei é que ao fazer isso, o Macebook Pro com M1 não atinge a performance máxima porque o chip acaba trabalhando com limitação por causa da temperatura. Usando um app para forcar a aceleração da ventoinha ao máximo, o ruído característico se torna presente, mas a performance da máquina melhora. Exportar uma timeline de 4k60 HDR (Rec2020) de 60 minutos usando codec ProRes no tratamento padrão de ventoinha levou 6 minutos. Com a ventoinha no máximo, levou pouco mais de 4 minutos. Imagino como deve ser essa limitação no Macbook Air que não tem mais ventoinha. A diferença é pequena? Sim, mas deve ser observada.

HDMI

Eu comentei acima que em casa um dock resolveu meu problema com as portas, estas inclusive considerei um ponto positivo, mas há um único porém: a falta de uma porta HDMI para apresentações fora de casa é realmente "um pé no saco". Por sorte no trabalho eu uso espelhamento de tela por AirPlay, mas fora do trabalho eu prevejo que terei de adquirir um adaptador para saída HDMI para ficar na mochila.

Apesar de tudo, é uma máquina muito superior ao Macbook Pro Retina 2015. Até mesmo abrir apps compilados para processadores Intel é bem tranquilo. Um usuário desinformado não perceberia que são processadores "incompatíveis".

O que achei estranho: O computador não dorme, ele só desliga a tela. Pra mim é esquisito eu abrir a tela e os e-mails, os agendamentos de calendário e o Time Machine estarem atualizados. Eu sei que existia o Power Nap no computador anterior, só que eu deixava desligado. No M1 não tem essa opção.

Depois desse testamento, o que eu posso dizer é: se o seu computador for tela de 15 polegadas e você faz questão disso, espere o modelo de 16 polegadas virar Apple Silicon, mas se não fizer, pode ir no M1 sem medo algum porque é uma máquina com muito mais prós do que contras na minha opinião.

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18 minutos atrás, Alan Leitão disse:

Vou compartilhar com você como foi trocar um Macbook Pro Retina 15" 2015 (i7 2,8, 16 GB, SSD 1 TB, Radeon 2 GB) por um Macbook Pro Retina 13" 2020 (M1, 16 GB, 512 GB). Considere que os prós e contras são quando eu coloco essas duas máquinas lado-a-lado.

Prós:

Ganho de performance

No Macbook Pro 2015 eu editava em 1080p60 em full resolution no Final Cut Pro sem problemas, porém quando ia para o 4Kp60, só no proxy. Já com o Macbook Pro M1 eu consigo editar 4Kp60 HDR em full resolution, sem problemas. Além disso, nenhum efeito dos que precisei usar necessitou de render prévio para visualização, nem mesmo os de correção de distorção de lentes. E os tempos de exportação são, pelo menos, três vezes mais rápidos nos codecs que normalmente uso (H.264 e ProRes). Uma curiosidade: exportar em codec de alta eficiência (HEVC) no M1 é rápido e simplesmente impossível no Macbook Pro 2015.

Teclado

O teclado os Macbooks sempre foram referência até o lançamento do mecanismo borboleta, em 2016. O meu M1 já vem com o Magic Keyboard (uma evolução do mecanismo tesoura usado até 2015). Ele é simplesmente fantástico, muito superior ao Retina 2015, com excessão apenas pelo Touch bar, que comentarei depois.

Touchpad

Pra mim, ele é melhor só porque é maior. Fora isso, a qualidade é igual ao do Retina 2015.

Portas

Apesar de apenas duas portas Thunderbolt 3 (compatíveis com USB4), elas são muito, mas muito, rápidas. Olhando em retrospectiva, meu Retina 2015 tinha duas portas USB 3.0 (conector tipo A), duas Thunderbolt 2 (conector tipo DisplayPort), uma saída HDMI e um leitor de SD card. Efetivamente o que eu usava eram as duas USB e a porta HDMI, ou seja, um dock em casa e dois adaptadores passivos de USB A para USB C (para usar fora de casa) resolveu o meu "problema". Considero pontos positivos porque a performance superior das portas, na minha opinião, compensou a "perda" de flexibilidade comparado ao que eu realmente usava.

Tela (ponto positivo)

A resposta de cores e o nível de brilho são simplesmente fantásticos. Considero que esse é o meu primeiro notebook com uma tela que permite fazer color grading de verdade, mas mesmo assim é importante calibrar a tela porque ela vem com uma saturação alta nas cores. A questão aqui é que a tela que vem tem um bom range de ajuste, garantindo um bom tempo de vida útil com ajuste fiel.

Bateria

A bateria dura uma eternidade. Praticamente consigo trabalhar o dia todo com a máquina sem ligar na fonte. Só não consigo totalmente porque o meu local de trabalho é muito bem iluminado e por causa disso o brilho da tela fica muito próximo do máximo. Trabalhando em casa, com a luz mais "baixa" a bateria dura em torno de 14 horas (sem editar vídeos, é claro).

Ruído (positivo)

A máquina é super silenciosa. Ouvir o barulho da ventoinha é quase como um exame de audiometria, mas eu percebi um contra aqui que comentarei a seguir.

Temperatura (positivo)

A máquina esquenta muito pouco quando em uso pesado. Dá para usar a máquina normalmente porque a temperatura do teclado não incomoda nessa condição de uso.

Contras:

Touch bar

Eu simplesmente não consegui me adaptar a essa abominação. Acabei configurando para exibir fixamente as teclas de atalho do teclado sem esse recurso e as teclas de função através do Fn. Não tem feedback físico, a sensibilidade ao toque não é boa e a função de atalhos contextualizados não é útil (pelo menos pra mim).

Dobradiça da tela

Não é uma coisa só da minha unidade, porque eu comparei com outros Macbooks M1 ou Intel mais novos e o comportamento é o mesmo. Eu acho a dobradiça da tela muito "mole". A do Retina 2015 é muito mais firme.

Tela (ponto negativo)

Para quem se acostumou a trabalhar com uma tela de 15 polegadas e fez questão por muito tempo do maior espaço possível para interfaces, o Macbook Pro M1 (e o Air também) não são as máquinas ideais. O maior pênalti que eu sofri foi essa perda. Dá pra usar? Sim, dá, mas é bom? Não, não é. Como o meu setup em casa é sempre com um monitor externo, teclado e mouse, o problema não ficou tão "grave", mas incomoda.

Ruído e temperatura (negativo)

Para manter o nível de ruído baixo, a Apple continuou com a antiga tática de só acelerar a ventoinha quando a temperatura atingisse o limite. O que eu observei é que ao fazer isso, o Macebook Pro com M1 não atinge a performance máxima porque o chip acaba trabalhando com limitação por causa da temperatura. Usando um app para forcar a aceleração da ventoinha ao máximo, o ruído característico se torna presente, mas a performance da máquina melhora. Exportar uma timeline de 4k60 HDR (Rec2020) de 60 minutos usando codec ProRes no tratamento padrão de ventoinha levou 6 minutos. Com a ventoinha no máximo, levou pouco mais de 4 minutos. Imagino como deve ser essa limitação no Macbook Air que não tem mais ventoinha. A diferença é pequena? Sim, mas deve ser observada.

HDMI

Eu comentei acima que em casa um dock resolveu meu problema com as portas, estas inclusive considerei um ponto positivo, mas há um único porém: a falta de uma porta HDMI para apresentações fora de casa é realmente "um pé no saco". Por sorte no trabalho eu uso espelhamento de tela por AirPlay, mas fora do trabalho eu prevejo que terei de adquirir um adaptador para saída HDMI para ficar na mochila.

Apesar de tudo, é uma máquina muito superior ao Macbook Pro Retina 2015. Até mesmo abrir apps compilados para processadores Intel é bem tranquilo. Um usuário desinformado não perceberia que são processadores "incompatíveis".

O que achei estranho: O computador não dorme, ele só desliga a tela. Pra mim é esquisito eu abrir a tela e os e-mails, os agendamentos de calendário e o Time Machine estarem atualizados. Eu sei que existia o Power Nap no computador anterior, só que eu deixava desligado. No M1 não tem essa opção.

Depois desse testamento, o que eu posso dizer é: se o seu computador for tela de 15 polegadas e você faz questão disso, espere o modelo de 16 polegadas virar Apple Silicon, mas se não fizer, pode ir no M1 sem medo algum porque é uma máquina com muito mais prós do que contras na minha opinião.

Belas considerações... Obrigado por compartilhar!! 
Comprei o meu Macbook Pro M1, estou esperando chegar. 
Final do ano se sair um novo mais potente e bacana, passo pra frente. 

Obrigado

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  • 1 mês depois...
Em 15/06/2021 at 18:16, andresousa.com disse:

Peguei um Macbook Pro M1 de 256gb 👍 
Aguardando ansiosamente para por as mãos nele. kkkk
Vou pedir o preço que paguei se sair um novo melhor, assim quem estiver no Brasil vai ter um preço mais barato que todos e eu não saio no prejuízo. hehehe 

Primeiramente, parabéns pela compra. É uma ótima aquisição. Sobre o meu relato, eu usei até a semana passada um MacBook Pro 15" mid 2012 desde o seu lançamento, migrei para o MacBook Pro M1 com 16GB e 1TB e francamente, não sinto falta de nada. Sobre o tamanho da tela, você se acostuma fácil com ela. Sou designer e consigo trabalhar com ela sim, é muito mais bonita que a minha antiga, mas obviamente não é a mesma coisa que usar com um monitor externo, que já utilizava anteriormente. Eu só recomendo que você compre um adaptador para aumentar o número de portas, cartão de memória e HDMI. Isso é a única coisa que me fez falta, além do MagSafe. 

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