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Artigo retirado do site Geek (Link: http://www.geek.com.br/blogs/832697632/pos...aque-obsessivo)

Robô programado para amar tem ataque obsessivo

Postado por Das Übergeek - [email protected] em 09/03/2009 10:51

Blog: Notícias

Máquina abraçava sua vítima repetidamente, enquanto se declarava com sons estranhos

Por Stella Dauer

Um robô programado para simular emoções humanas agiu fora do normal após passar um dia com uma pesquisadora e tentar evitar que ela fosse embora, bloqueando a porta de passagem e exigindo abraços.

Kenji, um robô da Robotic Akimu, empresa ligada à Toshiba, foi programado para emular todo tipo de emoção humana, inclusive o amor. Após uma assistente de pesquisa passar vários dias com o robô para estudar seu comportamento e instalar novas rotinas de aplicativos, este acabou perdendo o controle de si. Em um desses dias, quando a mulher tentou ir embora, se surpreendeu ao encontrar Kenji na porta que dava passagem para a saída. Além de se recusar a desbloquear a passagem, o robô começou a abraçar a assistente de pesquisa repetidamente.

A mulher só pode sair após pedir socorro por telefone a outros membros da equipe que estavam fora da sala. Eles conseguiram desligar o robô pelas suas costas e só então o sufoco passou. O site CrunchGear relata que, além dos abraços, Kenji expressava seu amor pela vítima com barulhos animalescos.

De acordo com o site Geekologie o Dr. Takahashi, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, anunciou que Kenji deve ser desligado permanentemente, mas é otimista ao declarar que espera produzir outro robô que tenha sucesso aonde este falhou. "Esse foi apenas um pequeno contratempo. Tenho plena fé que um diz viveremos lado a lado com eles, e que até possamos amar e ser amados por robôs", disse.

www.geek.com.br

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Lembram quando o robô salta do prédio à vários andares do chão e mesmo depois da queda ele ainda consegue fugir correndo? Então, tô falando... só falta essa agora!

Cientistas criam músculos fortes como aço

Daniela Moreira, de INFO Online

Domingo, 22 de março de 2009 - 13h14

SÃO PAULO - Músculos mais fortes que aço, mais flexíveis que borracha e tão leves quanto o ar. Não, não estamos descrevendo os poderes de nenhum herói dos quadrinhos.

O pesquisador Ray Baughman e seu time criaram um material que de fato tem essas propriedades e poderá ser usados para fazer membros artificiais para seres humanos no futuro, além de ser usados em capas inteligentes, robôs ultra-resistentes, entre outras aplicações – use a imaginação.

Para chegar ao resultado, os pesquisadores fizeram experimentos com nanotubos de carbono, moléculas cilíndricas ultraleves e ultrafortes ainda em estudo pelos cientistas, mas já aplicados em protótipos de peças de bicicletas e aviões, por exemplo.

Baughman experimentou com a tecnologia até chegar a um prtótipo feito com nantubos alinhados verticalmente que respondem à eletricidade.

Os músculos artificiais criados por ele se contraem e expandem com tremenda velocidade, tornando-se extremamente rígidos.

Segundo John Madden, da University of British Columbia, que observou os experimentos, o músculo criado pelos colegas se comporta como diamante em um sentido, mas também como borracha, no outro.

O princípio por trás do efeito é o de que os nanotubos de carbono tendem a se repelir ou se atrair mediante uma carga elétrica, dependendo da sua configuração.

Enquanto o músculo humano se contrai a uma taxa máxima de 10% por segundo, os seus nanotubos se contraem a 40.000% por segundo.

Mas por enquanto as pesquisas de Baughman não levarão à criação de super-heróis com músculos de aço. A primeira aplicação para tecnologia deve ser em módulos de células solares mais eficientes, com nanotubos usados para criar os arranjos mais adequados para captar a luz.

As descobertas do cientista foram publicadas na última edição da revista Science. Vídeos no

mostram como a tecnologia funciona.

Link: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/0.../22032009-1.shl

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