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  1. Fala Guilherme !!! Então meu amigo, eu me considero um "especialista" em Airports...kkkkkk. Brincadeiras a parte, eu usei por muitos anos (+10 anos) exclusivamente roteadores Apple e até hoje, ainda os considero excelentes roteadores e que ainda sim atendem com excelência a maioria dos usuários. Como o Beto comentou, hoje em dia, existem soluções muito mais robustas e funcionais que os Airports, lembrando que, a Apple definitivamente descontinuou a linha Airport do seu catálogo de produtos (como você mesmo observou). Claro que há necessidades e necessidades, até o ano passado minha rede ainda era composta exclusivamente por Airports Extreme 802.11AC (3 no total) e eu particularmente não tinha do que reclamar. Performance e cobertura excelentes em todos os cômodos, e eles não estavam cabeados entre sí, a rede estava estendida e ampliada através dos 3 via WiFi. Eu acabei vendendo meus Airports e decidí testar uma solução Mesh (mais por curiosidade mesmo), o Mesh oferece muito mais recursos que os Airport, mas em essência, faz praticamente a mesma coisa. Confesso de verdade, que não tive ganhos significativos entre o meu setup anterior com os Airports e meu setup Mesh atual, exceto por algumas novas funcionalidades que o Mesh oferece, eu diria que os Airports mesmo com suas limitações as fazem com maestria, um exemplo prático só para ilustrar, eu acho que a rede de convidados do Airport era muito melhor estruturada e funcional do que a que meu Mesh atual oferece ! O que realmente me incomodava no setup com os Airports é o fato da Apple não liberar mais atualizações de firmware, ou seja, tenha ciência de que você não terá novas funcionalidades ou melhorias no produto, ou seja, se ele atende como é hoje, blz, caso contrário não compre ! Se você acredita realmente que um único roteador Apple Airport te atende e caso encontre um Airport Extreme AC (somente o modelo 802.11ac vale a pena hoje) usado em ótimo estado por um custo bem interessante, pode ter certeza, você não irá se arrepender ! Até os dias atuais é um roteador robusto e estável e principalmente, muito confiável, tenho um Airport Extreme N aqui de 5a. Geração que comprei novo, deve ter pelo menos uns 8 anos e está firme, forte e funcional como novo !
  2. Senhores, Depende de uma série de fatores mas realmente algumas baterias parecem sim se desgastar com maior velocidade. Eu tive um iPhone 6 que com 7 anos de uso ainda estava com 70% de saúde da bateria, em contrapartida, tive um iPhone Xr que com apenas 6 meses estava com 90% de saúde da bateria e em 1 ano ele já estava com 84% de saúde. Hoje tenho um iPhone 12 Pro Max que com 7 meses de uso está com a saúde da bateria em 99%. Basicamente o mesmo perfil e rotinas de uso em todos os aparelhos. Alguns detalhes interessantes: No meu iPhone 6 sempre usei carregador e cabos originais, no meu Xr usava o carregador original e um cabo inteligente da Baseus (que cortava a alimentação ao atingir certa porcentagem de carga) e agora no 12PM só uso o cabo/carregador original. Pode ter sido coincidência, achismo, sexto sentido ou efetivamente a causa real do problema, mas o fato é que a bateria do meu Xr se degradou muito rápido e com 1 ano e 5 meses de uso, teve um problema de curto na placa lógica originado na região da porta lightning afetando completamente o Face ID e a capacidade de carregar o aparelho. Ao comprar o 12 Pro Max mudei alguns pequenos hábitos no que diz respeito a bateria e carga: 1 - Carregador e cabos, só uso os originais da Apple, são uma porcaria e custam uma fortuna, mas nunca me deram dor de cabeça; 2 - Não uso o carregador rápido (20W) e também não carrego por indução, sei que é ser "conservador" demais, mas não são features que agregam muito no meu dia-a-dia de uso. 3 - Sempre evito deixar a bateria zerar (descarregar até o fim JAMAIS), tenho um trigger no Atalhos que quando a bateria chega em 45% já me avisa e dificilmente coloco para carregá-lo abaixo dos 30% de bateria; 4 - Carregamento otimizado está ativado mas são raras as vezes que observo ele fazendo aquela carga lenta dos 80% até 100% (a Apple tem muito o que melhorar nesse algorítmo), mas quando faz confesso que fico mais tranquilo; 5 - Estou sempre monitorando o carregamento, logo ao atingir os 100% já tiro da tomada (a Apple podia muito bem melhorar o circuito de carga para cortar a energia automaticamente nos 100%); 6 - Algumas vezes consigo até 2 dias de uso com uma única carga, isso, com certeza, ajuda a preservar a saúde da bateria, afinal, quanto mais cargas, mais ciclos são gastos e consequentemente maior a degradação química (vantagem da bateria maior no 12PM); 7 - Evito (na medida do possível) expor o iPhone a temperaturas extremas, os elementos químicos das baterias se degradam com maior velocidade em temperaturas muito baixas ou muito altas. O desgaste da bateria é inevitável e não devemos ficar reféns da porcentagem de saúde, mas também não custa tentar minimizar os efeitos do envelhecimento e prezar pela longevidade do aparelho. Mas de fato, como no meu Xr, vejo muitos aparelhos e diversos relatos de baterias de iPhones se degradando com muita facilidade (muitos dos quais a Apple considera normal), temos aí os milhares (talvez milhões) de casos de iPhones 11 com baterias degradadas onde ela mesma "admitiu" que há problemas em seu sistema de calibração da saúde da bateria só para não "admitir" de fato que essas baterias são de um fabricante/lote/componentes ruins. Eu iria mais além e estenderia esse problema a muitos outros modelos e produtos (AirPods ???), vide muitos casos de iPhones Xr, SE e também 12 !
  3. Boa tarde amigo, Você precisa primeiro instalar o certificado no iPhone, no passado eu fiz isso enviando o arquivo de certificado por e-mail, era a forma mais simples e rápida. Mas também pode ser instalado a partir de uma página WEB usando o Safari Mobile. Lembrando que o iOS é compatível com certificados PKCS#12 (arquivos com extensão .p12 ou .pfx) e certificados SCEP. Após a instalação do certificado você terá um perfil de autenticação criado e poderá configurar seu WiFi usando esse perfil. Maiores detalhes em: https://support.apple.com/pt-br/guide/deployment-reference-ios/ior5e0df8ab7/web Abraços !
  4. Cara, na gringa o pessoal não recomenda a XFX pra Mac não, mas se tiver a opção de devolver não custa testar, eu acredito até que funcione (já vi relatos positivos) mas a XFX é a marca que mais apresenta problemas com os Mac Pro e eu nunca usei uma pra te dar certeza. Eu já usei Gigabyte e tenho hoje uma Sapphire e posso recomendar as duas pois sei que funcionam perfeitamente. As RX580 são excelentes (embora já obsoletas) mas olhando o link que você postou eu fiquei impressionado (embasbacado) com os valores que estão praticando. Pra você ter uma idéia, eu paguei na minha Sapphire Pulse RX 580 8GB (a recomendada oficialmente pela Apple) 1600 reais na Terabyte Shop em Fevereiro do ano passado, depois de ver seu link eu fui olhar os valores no ML e cheguei a ver RX580 por 4K 💀 Mesmo com a Pandemia, escassez de chips, etc...etc...ou qualquer outra desculpa que inventem, honestamente, não acho que uma RX580 vale tudo isso não e "EU" hoje jamais pagaria isso. Mas vai da necessidade e urgência de cada um. Estou pensando até em vender a minha pra fazer um dinheirinho....😸 Ahhh, e se alguém se interessar estou com uma Radeon 5870 1GB Mac Edition (original) para nossos queridos Mac Pro, está parada aqui e funciona 100%, posso vendê-la caso alguém precise e se interesse. Único porém é que ela só é suportada até o MacOS High Sierra (o anterior ao MacOS Mojave).
  5. Fala Fernando, A diferença é bem pequena, pelos benchmarks que acompanhei no MacRumors fica algo entre 6% e 9%. Na prática você não deve nem perceber isso mas considerando a diferença de preço (se não for nada de outro mundo) eu pegarei logo a versão com um núcleo a mais com o "plus" de ter o dobro de armazenamento. Abraços !
  6. Bom dia Vini, Vamos lá, esse LAG que você comenta é como uma congelamento momentâneo da rede, dura poucos segundos e logo em seguida tudo parece voltar ao normal, correto ? Você vai lá, roda o speedtest e a velocidade da sua Internet atinge o máximo contratado do plano ? É claro que qualquer coisa que eu disser aqui vai ser mero achismo, afinal, são muitos fatores que podem causar esse sintoma. Já vim sim esse comportamento e é muito mais comum do que muitos possam imaginar, sobretudo, em redes domésticas onde os equipamentos são limitados sem muitos recursos de gerenciamento. Em pelo menos 2 oportunidades distintas eu me deparei com esse exato comportamento anômalo e consegui identificar a causa raiz sem qualquer margem de dúvida, mas observe que eles tinham origens diferentes. Na primeira ocasião, eu percebi que o IPv6 estava ativo no meu provedor e o roteador da operadora estava configurado para propagá-lo em minha rede. Como comentei no meu post anterior, já identifiquei por diversas vezes configurações de roteamento IPv6 inválidas propagadas pelo provedor e isso estava causando a perda de conectividade momentânea em muitos dispositivos da minha rede. Como não vejo ainda nenhuma vantagem prática em manter o IPv6 ativo na minha rede, preferí nesse caso desabilitar completamente o IPv6 no roteador do provedor. Depois disso, praticamente não tive mais os problemas descritos. Na outra ocasião em que presenciei o tal LAG, o mesmo estava associado a um problema inerente das redes domésticas chamado bufferbloat. O BufferBloat é o resultado da limitação dos equipamentos domésticos (routers e gateways) em enfileirar (Queue) corretamente os pacotes e gerenciar adequadamente o buffer local do roteador, isso aumenta drasticamente a latência da rede degradando a performance a ponto da rede inteira ficar instável. Eu disse que é muito comum em redes domésticas por que os roteadores domésticos não possuem algorítmos especializados no controle de tráfego e priorização/schedule de pacotes para enfileiramento. Alguns poucos roteadores do mercado hoje suportam algum tipo de algorítmo AQM (Active Queue Management) como o SQM (Smart Queue Management), Cake e Codel. Pra quem conhece, as versões recentes do OpenWRT já suportam SQM baseado em Codel, alguns outros equipamentos mais avançados como os EdgeRouter da Ubiquiti e equipamentos da Mikrotik também suportam alguma variante de SQM. Algumas soluções Mesh modernas também já trazem algum tipo de SQM embutido, é o caso dos Eero da Amazon por exemplo. Existem algumas ferramentas online que executam testes de BufferBloat na rede, não chega a ser nada científico mas de repente pode te dar uma luz do que está acontecendo ou mesmo excluir o bufferbloat como possibilidade dos seus problemas. O Wireshark pode ter dar alguma pista se o seu problema estiver no mesmo domínio de colisão da sua rede (subnet local), fora isso, talvez ele não seja muito útil. Outra coisa, rode o Wireshark com o pacote WinPCAP no Windows, para o Wireshark funcionar 100% ele precisa da interface de rede totalmente em modo promíscuo e o MacOS pode estar impedindo/limitando devido algum controle de segurança implementado na kext da placa. Eu focaria principalmente na análise de tráfego dos devices IoT, esses dispositivos normalmente não são muito otimizados em controle de banda por serem muito simples, isso também sugere que eles sejam mais suscetíveis a ataques de vulnerabilidades e isso pode estar sendo explorado na sua rede. Uma técnica muito útil para identificar problemas numa rede é justamente isolar dispositivos de rede, dependendo do tamanho da rede é trabalhoso mas funciona. Você comentou que separou sua rede em 3 SSIDs, mas você também fez isso em nível físico / lógico de rede, separando por VLANs ou subnets ? Caso contrário você terá apenas broadcasts de SSID diferentes para um mesmo domínio de colisão, ou seja, qualquer problema prévio como um broadcast storm, um loop local continuarão afetando e degradando a performance da sua rede como um todo. Pelo descrito acima, é difícil afirmar que o culpado é o Airport. Infelizmente a Apple nas últimas versões de firmware removeu o protocolo SNMP dos Airports, sem isso, fica praticamente impossível determinar a condição de uso do Airport como tráfego por interface, consumo de CPU e RAM entre outros fatores que poderiam degradar a performance da rede. Os Airports são equipamentos estáveis e robustos mas carecem de recursos básicos de gerenciamento de tráfego como controle de banda, QoS, SQM, esse foi um fator determinante para eu aposentar meus Airports. Em relação ao Mesh, hoje estou usando 3 nodes Deco M9 Plus. Não é exatamente o que eu procurava, afinal ainda é WiFi 5 (802.11ac) e faltam alguns recursos digamos mais avançados para o meu gosto. Mas por outro lado, é uma solução robusta, funcional, facilmente encontrada no Brasil e com um custo atrativo (não necessariamente barato). Eu escolhi o M9 Plus principalmente por ser Triband, portanto, ele possui um canal de 5GHz adicional dedicado à backhaul, no meu caso que não tenho como passar cabos Ethernet isso se torna essencial para a performance da rede. Também gosto do fato das unidades serem intercambiáveis, ou seja, não há distinção do node router e node satellite como nos Orbi e nos Eeros de geração passada. Os Orbi da Netgear são muito bem elogiados mesmo (talvez a melhor solução Mesh atualmente de acordo com os reviews), mas são extremamente caros, e os satélites são diferentes do roteador, não acho que vale o investimento. Os Velop da Linksys são interessantes também, mas custam caro e se fosse pra pagar uma fortuna, ainda acho o Orbi mais negócio. Há ainda os Ubiquiti AmpliFi e AmpliFi Alien mas aí já estamos falando de soluções ainda mais caras que os Orbi e que aqui no Brasil podem beirar os R$ 20K !!!!! Avaliando apenas especificações técnicas, recursos, frequência de release de novos firmwares e custo, ou seja, o conjunto da obra, eu iria de Eero Pro 6. São equipamentos WiFi 6, triband, não tem a palhaçada de roteador e satélite (todos podem operar ou como roteador ou satélite), suportam SQM e praticamente tem releases de firmware a cada 15 dias. Infelizmente não há a venda no Brasil e também custam muito caro mas bem menos que os Orbi. Voltando a nossa realidade com os TP-Link, O Deco M5 é reconhecidamente uma solução Mesh robusta e de custo atrativo tem funcionalidades interessantes, o HomeCare com licença vitalícia é um plus a ser considerado, está num estágio de firmware maduro e funciona bem. Não existe solução Mesh perfeita mas posso dizer que estou satisfeito com a performance e estabilidade do M9 Plus, vêm me atendendo perfeitamente bem, sobretudo nesses tempos de alta demanda devido ao trabalho quase que exclusivamente home office, motivo pelo qual eu também decidi investir numa solução de rede mais moderna. Minha única ressalva é que a TP-Link demora muito pra liberar novos releases de firmware com novas funcionalidades, nisso a TP-Link sempre deixou muito a desejar em relação aos outros fabricantes e é um ponto importante a ser considerado.
  7. Bom dia Paulo, Na Internet tem tudo que você precisa, normalmente em sites de teardown como o iFixit eles desmontam o equipamento exibindo um passo-a-passo e vão identificando todos os componentes. Você pode ainda com a identificação dos componentes ir atrás dos datasheets e obter maiores detalhes bem como informações mais técnicas. Isso ajuda a entender melhor o que se têm em mãos e como aproveitá-lo melhor. Abraço !!!
  8. Fala Fred, Realmente a documentação da Tenda é uma (...) ! Você pode neste caso usar topologia Estrela, topologia Daisy Chain ou a combinação de ambas. O mais importante é que o switch sempre fique "atrás" do primeiro roteador mesh (não atrás do modem/router da operadora), devido o encaminhamento de pacotes 1905.1 (Eu falo mais disso lá embaixo) Estrela: / Roteador 2 Roteador 1 <> Switch <> Roteador 3 \ Roteador 4...8 Daisy Chain (sem switch): Roteador 1 <> Roteador 2 <> Roteador 3 <> Roteador 4 <> ...8 Daisy Chain (com switch): Roteador 1 <> Switch <> Roteador 2 <> Roteador 3 <> Roteador 4 <> ...8 Combinadas (exemplo 1): / Roteador 2 Roteador 1 <> Switch <> Roteador 3 \ Roteador 4 <> Roteador 5 <> Roteador 6 <> ...8 Combinadas (exemplo 2): /Roteador 4 Roteador 1 <> Roteador 2 <> Roteador 3 <> Switch <> Roteador 5 \ Roteador 6...8 Espero que os diagramas fiquem "legíveis" mas basicamente essas são algumas possibilidades, há topologias mistas/híbridas que envolvem a interconexão com e sem fio, com e sem switch, enfim, há inúmeras possibilidades. PS: Única pegadinha do malandro, é que alguns fabricantes usam o protocolo IEEE 1905.1 para encaminhar os pacotes de backhaul, portanto, certifique-se que seu switch suporta esse protocolo. Na dúvida, para testar ligue sempre em Daisy Chain (sem switch) que é certeza que irá funcionar.
  9. Boa tarde pessoal, Por curiosidade, que versão de Airport Extreme vocês usam por aí ? Eu pergunto pois até um tempo atrás eu estava com 3 Airports Extreme de 6th Geração modelo A1521 e não tenho nada do que reclamar. No "papel", o modelo A1521 é padrão AC1750 embora a Apple nunca tenha "marketado" como tal. Os 1750 se referem a taxa total combinada dos rádios de 2.4GHz e 5GHz que são respectivamente 450Mbit/s e 1300Mbit/s. Os rádios do A1521 são 3x3 MIMO por banda, ou seja, suportam até 3 streams de 150Mbit/s na banda de 2.4GHz totalizando 450Mbit/s e 3 streams de 433Mbit/s na banda de 5GHz totalizando 1300Mbit/s. No mais, é igual a todos os outros routers AC do mercado (Beamforming, WPA2-AES, WDS Bridging and Repeting, modos automático ou manuais de WiFi inclusive modo misto, rede de convidados, etc..etc...) Lembrando que, nem todos dispositivos clientes suportam MIMO 3x3, ou seja, nesses casos as taxas máximas nunca serão atingidas realmente. Por exemplo, os iPhones mais novos suportam MIMO 2x2, então a taxa máxima de conexão é de 866Mbit/s (isso no melhor cenário e condições de sinal possíveis). O A1521 assim como os Extremes das gerações passadas possui 4 portas Gigabit Ethernet sendo 1 WAN e 3 LAN ou 4 LAN quando em modo AP. Porém, devemos lembrar que há muitos outros fatores que afetam a velocidade nas redes WiFi, tamanho do imóvel, tipo de construção, posição dos equipamentos e muitos outros fatores. Mas voltando a falar sobre as capacidades do A1521, é importante mencionar que a capacidade de roteamento de LAN para WAN e WAN para LAN que combinadas atingem em média 580Mbit/s, ou seja, bem abaixo das especificações do produto, já que nesse cenário o esperado seriam taxas próximas de 800Mbit/s, porém ele impressiona quando falamos em número de conexões simultâneas atingindo 32.360 sessões (referência ao modelo OSI). Mas chega de teoria e vamos à prática e aqui compartilho com vocês um pouco da experiência que tinha no meu ambiente com esses roteadores. Antes de mais nada, devo dizer que sou Arquiteto de Infraestrutura, portanto, Redes para mim é assunto cotidiano e ao menos no meu caso "em casa de ferreiro o espeto é de ferro mesmo." Minha Internet é NET/Claro de 240Mbit/s, por razões óbvias configurei o roteador da operadora do (meu jeito), comecei desabilitando o IPv6 (não vejo vantagens práticas no ambiente doméstico e algumas operadoras ainda configuram errado o protocolo degradando e muito a performance da rede), alterei os DNS padrão da operadora para os do Google (não são os mais rápidos mas são os mais robustos), desativei completamente os 2 rádios (2.4 e 5GHz), desabilitei o serviço DHCP interno e por último mas não menos importante, coloquei o Roteador em Modo Bridge. (Deste ponto em diante, eu tenho controle integral da minha rede, nada sai ou entra sem meu consentimento explícito e é assim que deve ser). Agora, qualquer configuração é inteira e exclusivamente na minha LAN, munido de 3 Airport Extremes 6th Geração (A1521) configurei o primeiro como gateway da minha rede, esse foi configurado em modo router (NAT/DHCP ativados), defini o range de IP privados para minha rede e ativei os dois rádios, a porta WAN está fisicamente conectada à porta LAN Ethernet do roteador da operadora que está "bypassando" o endereço "IP público" da operadora para o meu Airport Extreme. Um detalhe, no meu caso a NET/Claro está usando CG-NAT, então meu endereço IP não é tão público assim (rsss), afinal, ele está dentro de um NAT criado na infraestrutura da operadora, no entanto, pra mim tanto faz, isso não causa o famigerado Double-NAT e eu também não hospedo serviços internos na minha LAN que precisam estar acessíveis na Internet. Testes realizados e tudo funcionando como esperado, é hora de ativar os outros dois Airport Extremes. O segundo foi instalado no meu escritório e atua "apenas" como Ethernet Bridge, neste caso ele se conecta sem fio ao principal mas não estende a rede WiFi, apenas permite que eu conecte dispositivos cabeados em qualquer porta LAN do Airport, dentro do escritório tenho toda uma infra para trabalhar e fazer meus laboratórios. No Airport Extreme do escritório tenho conectado um Switch Gigabit gerenciável e todos os meus equipamentos estão conectados no Switch, caso a Internet "caia" eu ainda continuo trabalhando na minha LAN normalmente com acesso aos servidores, storage, máquinas virtuais, etc. do meu laboratório. O terceiro Airport Extreme foi posicionado estrategicamente na suíte principal, assim como o segundo, ele também foi configurado para estender a rede WiFi do principal e neste caso além de atuar como Ethernet Bridge ele também repete o sinal de WiFi, neste eu tenho conectado via cabo Ethernet minha Smart TV, a posição equidistante em relação ao Airport principal permite uma distribuição simétrica de sinal com apenas 2 Airports. Por este motivo e também para evitar sobremodulação de RF (channel overlap) e por estar fisicamente entre os outros dois Airports, o Airport do Escritório propositalmente não repete o sinal de WiFi para os clientes. Na topologia acima, eu tenho Internet rápida em praticamente todos os cômodos, a média geral é de 180Mbit/s e nos pontos mais remotos (área de serviço e parte da cozinha) eu tenho entre 30-70Mbit/s. Meus equipamentos cabeados no Airport localizado no Escritório sempre atingem a banda total da operadora, 240Mbit/s com picos de 250Mbit/s. No Airport da sala (gateway) também consigo as taxas máximas da operadora. E no quarto, há uma perda maior, mas normalmente com taxas acima dos 90Mbit/s. Eu observo através do Airport Utility que a conexão entre os Airports (de Airport para Airport) varia entre 750Mbit/s e 1300Mbit/s, no do escritório normalmente a taxa fica entre 1000-1300Mbit/s, no da suíte principal fica entre 750 e 100Mbit/s e ambos se conectavam sem fio ao Airport da sala (gateway) através da rede de 5GHz (eu tive que usar técnicas ninja para forçar essa configuração já que por padrão eles as vezes se conectavam usando a banda de 2.4GHz reduzindo a velocidade de toda a rede). Eu poderia também usar técnicas ninja para forcá-los em daisy chain, dessa forma os Airports se conectariam ao Airport mais próximo, mas não observei ganhos significativos empregando essa topologia. Explorando um pouco mais as conexões entre os Airports eu poderia também conectá-los através de cabos Ethernet em topologia estrela ou daisy chain, mas passar cabos, furar paredes, instalar conduítes, no meu caso não é uma opção digamos "patroa compliance". Independente de usar cabos Ethernet ou WiFi para interconectar os Airports, o ponto fundamental é que na minha rede não haviam vários SSIDs para cada Airport, em todos eles eu usava apenas 2 SSIDs, um para a rede de 2.4GHz e outro para 5GHz, como os Airports não suportam Band Steering, essa é a melhor forma de garantir que cada dispositivo use a melhor rede sem fio possível. Com o mesmo SSID sendo propagado por todos os Airports é também possível o famoso roaming, ou seja, meus dispositivos sempre mudaram de roteador de acordo com a intensidade de sinal sem eu ter que forçar uma desconexão/reconexão do WiFi. Importante mencionar que o Roaming não é exclusivo das redes Mesh (embora os fabricantes façam parecer que é) e é perfeitamente possível em redes legadas, só não é tão rápido e seamless como no Mesh pois os Airports não suportam os protocolos modernos de roaming (802.11k/v/r). Aliás, uma rede Airport WiFi estendida, não se comporta muito diferente de uma rede Mesh, exceto por alguns algoritmos de roteamento, canal dedicado para backhaul e pelos já mencionados protocolos de roaming, há muito mais semelhanças do que diferenças, isso demonstra como a Apple realmente sempre esteve a frente de seu tempo inclusive na tecnologia dos Airports. Nos dispositivos (iPhone, Android, Tablets, notebooks e um dongle Android) normalmente atingem as taxas máximas da minha Internet, principalmente quando estou na sala (próximo do Airport gateway) e no Escritório. Os 2 iPhones de casa por serem MIMO 2x2, normalmente se conectam a 866Mbit/s, as vezes oscila um pouco a depender do local, mas dificilmente tenho conexões abaixo dos 450Mbit/s. Os Android, a mesma coisa, os top se conectam a 866Mbit/s os mais antigos que só suportam a rede 2.4GHz se conectam a 300Mbit/s, e os dispositivos mais antigos se conectam a 56Mbit/s, 75Mbit/s e 150Mbit/s, nesses, obviamente, não consigo passar muitos dos 20-30Mbit/s de Internet. A Apple infelizmente abandonou de vez os Airports, há muito não vemos qualquer novidade nas novas versões de firmware, somente remendos de segurança e ainda sim, acho que faz mais de 1 ano que não vejo um update novo de firmware para os Airports. Uma pena, pois o hardware dos Airports até hoje são robustos, são baseados na plataforma Broadcom, usam componentes de rádio da Skyworks, rádios MIMO 3x3, 512MB de RAM, 128MB de Flash, ou seja, daria ainda para a Apple trazer muita coisa nova de software para os Airports e arrisco a dizer inclusive alguns recursos das redes mesh modernas. Minha rede sempre foi estável e robusta, mas principalmente por ser da área e entusiasta de tecnologia, não buscava apenas maior velocidade ou performance mas sim por tecnologia atual, recursos mais novos e principalmente um gerenciamento mais avançado e eficiente da minha rede. Depois de mais de 13 anos usando exclusivamente roteadores da Apple, chegou a hora e é com muito pesar que os aposentei e me rendi as maravilhas das redes Mesh modernas, mas isso é um assunto para outro post !
  10. Fala ae, tudo bem?

    Pergunta, tenho um Mac Pro início 2009, com 8gb de memória e ssd 240, já com o catalina... já estava com problemas na placa antes, e preciso comprar uma... estava dando uma olhada, rx 570 power color amd Radeon / nvidia gtx GeForce 1650... vc pode me dizer se ambas funcionam nesta máquina? Ou nenhuma delas.. rsrs 

  11. Vamos lá....em linhas gerais: Um MacBook Air 2017 vale muito a pena sim, mas somente se encontrá-lo pelo valor certo = muito barato ! Eu pagaria os R$1K a mais por um Mac M1. Aliás hoje, eu não investiria mais em Macs Intel exceto em casos muito específicos onde o Apple Silicon realmente possa não ser a melhor escolha. Um exemplo simples, pra quem trabalha com virtualização e depende de várias máquinas virtuais rodando Windows Server, Solaris, Linux, etc, esqueça ao menos por enquanto os M1. No seu caso específico como desenvolvedor em React/Node, o M1 pode por enquanto não ser a máquina ideal. O Docker definitivamente não funciona, você também terá alguns problemas com o Homebrew e por último, o emulador do Android está bem "mais ou menos". O Node e o NVM estão funcionando bem, o VS Code funciona ao menos por enquanto via Rosetta 2 mas há quem diga que o M1 está muito melhor que os Intel nesses casos. Portanto, é algo a se considerar e no seu caso, acho importante você pesquisar em alguns foruns e também com alguns "colegas" que já estejam usando Macs com M1 e workflow parecido com o seu.
  12. Fala amigão, Não é defeito não. No iPhone 12 Pro Max a lente tele é a de cima. (ela é invertida em relação ao 12 Pro). A lente tele só usada partir de uma certa distância mesmo em 2,5X, para objetos próximos somente a lente wide (a de baixo no 12 Pro Max) é usada e em 2,5X é aplicado um crop digital simulando a lente tele. Não sei se te ajudei ou confundi mais ainda 😂😂😂
  13. O mercado de usados Apple sempre foi inflacionado mas neste caso está totalmente fora da realidade. Nesse valor se pesquisar com calma você consegue um MacBook Air 2012 ou até mesmo um 2013 com Core i5, 8GB de RAM e SSD. Uma máquina não tão antiga, que suporta os SOs mais recentes e atenderia as suas necessidades com maestria, além da vantagem de te oferecer portabilidade. Eu tive um MacBook Air 2012 de 11” e foi um dos melhores laptops Apple que já tive. Ele era rápido, confiável e extremamente portátil Até hoje me arrependo de tê-lo vendido 🤦🏻‍♂️
  14. R$ 3.500,00 num Core 2 Duo 😱😱😱
  15. Boa tarde Priscila, Sem dúvida alguma é uma máquina nostálgica e apesar de possuir uma quantidade legal de RAM e armazenamento eu particularmente não recomendaria. Além do processador ser um Core 2 Duo você também terá a limitação do sistema operacional suportado nessa máquina e por consequência das aplicações que nela podem rodar. Eu consideraria seriamente guardar o dinheiro e tentar juntar para investir num equipamento mais recente, exceto claro, se fosse uma pechincha irrecusável e a máquina estivesse em absoluto e perfeito estado de conservação. Aí manteria ela na minha coleção até valorizar e quem sabe negociar com outro colecionador.
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