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Chrono

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Tudo que Chrono postou

  1. O serviço precisa se manter e atrair usuários através das cortesias, mas eu não acho a propaganda intrusiva. Eu gosto do Skoob por que é uma maneira de manter minha biblioteca organizada online, uma lista de leitura planejada, além de manter meu histórico de leitura. Acho muito bacana também ver as resenhas feitas pelos usuários. Algumas realmente são muito boas. Para quem gosta de trocar livros, a função de troca parece funcionar bem (um amigo já usou). Além disso, até hoje não deixei de encontrar nenhum livro ou edição. E apenas uma vez tive que fazer uma correção nos dados do livro.
  2. Certa vez tive a mesma dúvida. Olhando na página de suporte da Apple vi que as abas somem depois de uma semana inativas.
  3. Eu tenho uma conta inativa. Prefiro o brasileiro Skoob. É mais fácil de usar, possui bons recursos, os livros são os encontrados no mercado editorial brasileiro.
  4. Enquanto não existir capacidade financeira para ter um Estado verdadeiramente social, cabe a pessoas que dependem pouco do Estado como eu e você financiar a existência de um mínimo para quem realmente precisa. Como já disse antes, não vou entrar no mérito de serviços pois leva a discussão sobre o tamanho do Estado e sobre dívida passiva pública (em torno de 45% do orçamento federal). Aliás, o Estado lhe ajuda sim. Garanto que seu orçamento seria no mínimo um pouco mais apertado senão houvesse as inúmeras deduções no Imposto de Renda. E depois dizem que a classe média não recebe seu bolsa-família rss. Sobre a corrupção, eu lhe dei o número de 300 bilhões que foram sonegados só este ano. Também falei que a dívida ativa tributária e não-tributária da União faz tempo que ultrapassou o 1 trilhão de reais (no site da PGFN disponibiliza os dados estatísticos), sendo a boa parte previdenciária de patrões que não pagam ao INSS, prejudicando muito mais o trabalhador que o Estado. E você ainda quer falar mais em corrupção? Mas se você quer a corrupção dos políticos, aquelas entidades que vieram do nada, saiba que o custo estimado da corrupção no governo federal no período 2002-2008 foi de aproximadamente 40 bilhões de reais. É mais ou menos o orçamento do ano passado do ministério da educação. É um número alto, mas muito aquém de alimentar a ilusão de que se ela acabasse os déficit social e de infraestrutura seriam resolvidos http://www1.folha.uol.com.br/poder/969984-corrupcao-faz-brasil-perder-o-equivalente-a-uma-bolivia.shtml Compare com os números da outra corrupção. Enfim, se prefere acreditar que a carga tributária é mais alta que injusta e excessivamente burocrática… Mas voltemos a falar no próximo iPhone.
  5. Hahaah, eu por inteiro sou uma pessoa complexa e complexada rss. Tenho muita vontade em estudar mais profundamente economia política. Se puder indicar uns dois ou três autores ou um bom manual que aborde diversas correntes, eu agradeceria muito. Sobre o curso, é bem diferente do Direito. Não existe algo como cronologia e mini-resumos. Ora se escolhe um livro ou capítulos de um autor, ora um tema e a visão de dois ou três autores no tema. Pelo que ouço, essa é a regra não apenas na UFPR mas no Brasil todo. Pessoalmente estou mais interessado em filosofia política e em coisas que parecem ser extremamente subjetivas como estética. Por hora o mais próximo de filosofia política foi Marx (especificamente o chamado jovem Marx). E nada de estética ainda. Nas outras matérias o interesse varia de acordo com o professor, alguns realmente são bons e lhe despertam o interesse. Já outros… Na pior das hipóteses eu saio com mais um diploma e com um pouquinho mais de conhecimento, além de ter conhecido uma galera muito bacana. E não tenha dúvida, o pessoal que faz filosofia é muito gente boa. Além disso, eu tenho mais afinidade com eles do que com a média do pessoal da área jurídica. Pode-se discutir desde física até Marighella, pois quase todo mundo possui interesses múltiplos (e uns 50% dos meus colegas faz filosofia como segunda faculdade), bem diferente e mais aberto que o Direito.
  6. Eu acho que também tenho um pouco de conhecimento sobre como funciona a carga tributária também. Vamos lá: .Não precisava dizer que você é economista para perceber o viés economicista do seu discurso. E este viés ignora ou valora de outra forma os pontos que tratarei adiante. Mesmo na sua conta, os dados da OCDE são outras. Da ultima vez que vi, estávamos por volta 30ª posição. .É extremamente difícil fazer comparações desse tipo. Não tanto pelo levantamento de dados, mas pelo que se coloca na conta. Ora, muitos países não colocar na planilha de carga tributária o financiamento da seguridade social. Outros não colocam taxas. E na conta de 35% de que boa parte dos economistas brasileiros colocam incluem todas as figuras tributárias que temos, quais sejam: impostos, taxas, as diversas contribuições (melhoria, sociais e etc), empréstimos compulsórios. .E se considerarmos tudo o que for arrecado como carga tributária sem fazer distinção, vamos colocar ainda os dividendos recebidos por participação em estatais, bem como royalties, como tributos, o que não são. Ainda neste ponto, convenhamos que não há muito sentido em colocar a contribuição que alguém para para o CREA ou para a OAB como carga tributária. .Considerando que o Estado contemporâneo arrecada para prestar diversos serviços públicos (e zelar pela soberania, além de pagar seus funcionários) faz sentido colocar a taxa de uso por um serviço público que imediatamente é prestado ao cidadão como carga tributária? Se excluirmos as taxas, a conta tributária brasileira já cai muito. .Além dessa devolução quase imediata em alguns serviços (iluminação pública, por ex) há também as numerosas incentivos e subsídios. Neste caso, há apenas uma redistribuição mediata de recursos (que poderia ser melhor, como adiante explicarei). A parcela que o Estado se apropria realmente não é tão grande. .Dizer que se trabalha x meses para sustentar o Estado é uma bobagem. Primeiro, o fato evidente que se vive o ano inteiro (bom, não quem morre rss). Segundo, que querendo ou não depende-se do Estado em todos os meses. Imagina que legal os semáforos só funcionando 5 meses por ano. Terceiro (e que tratarei melhor mais adiante), um rico paga bem menos que os pobres para manter a estrutura estatal. Quarto, IGNORA A SONEGAÇÃO. A dívida consolidada só com a União já ultrapassou a muito tempo a marca do 1 trilhão de reais, mesmo com tantos parcelamentos amigáveis. E como foi noticiado nos últimos dias, a sonegação brasileira só este ano já passou dos 300 bilhões de reais. .Como disse anteriormente, o problema da carga tributária é a sua injustiça. A base de arrecadação é feita em cima da produção e consumo, e não sobre renda e propriedade. A tributação sobre produção e consumo deveria ter um caráter meramente regulatório. E a injustiça transparece que ao comprar um saco de arroz da marca x, a cidadã ou cidadão vai pagar a mesma quantidade de tributos que o seu vizinho que possui uma renda 5 vezes maior. E provavelmente ambos vão pagar a mesma faixa de Imposto de Renda, já que temos apenas 4 faixas. Na França, o Imposto de Renda possui 12 faixas, sendo a ultima de justíssimos 57%. E recentemente ressuscitaram o Imposto de Grandes Fortunas, que não foi implantado até hoje no Brasil. ESTE É O MOTIVO DO SEU IPHONE SER CARO. .A comparação do Imposto de Renda mostra qual é o problema, ao cobrar proporcionalmente dos ricos o mesmo da classe média ignora que a riqueza não se traduz em proporções, mas valores absolutos. O resultado dessa conta é que uma das função da tributação, distribuir renda penalizando a riqueza, fica seriamente comprometida no Brasil. E ainda há quem reclame do Bolsa-Família! .Além do caso do Imposto de Renda, os impostos sobre herança no Brasil são quase simbólicos (superam o ITR nesse quesito). E HERANÇA É RIQUEZA SEM TRABALHO, algo que data da época pré-capitalista com a nobreza e a monarquias hereditárias. É preciso que todos entendam que a riqueza dos seus pais não é a sua riqueza, sendo a herança um dos maiores geradores de desigualdade. .Outra consequência da estrutura tributária brasileira, é baixíssima arrecadação por habitante. Sim, ela é baixa. É evidente que ela é baixa muito mais pelos baixos salários pagos à população em geral, mas se os ricos fossem cobrados de forma adequada o resultado já seria um pouco melhor. .Não vou entrar no assunto serviços e qualidade, pois isso seria convidar ao debate sobre dívida, compromissos estatais e tamanho do Estado. Não é uma discussão que quero ter aqui neste espaço.
  7. De verdade o próprio usuário deveria poder escolher os atalhos da central de controle. Cada um deseja uma coisa. Dos atuais botões, apenas o Bluetooth e o bloqueio de rotação são úteis para mim. Estes e os botões de controle de música e a lanterna, claro.
  8. O mito da carga tributária é só um mito. Injusta sim e muita, mas alta não.
  9. A Apple vai aumentar a tela no próximo iPhone. Podem apostar. Acho engraçado que o jeito que vocês estão falando me lembra muito a epoca dos rumores de tela maior para o iPhone 5. E deu no que deu. Hoje pouca gente realmente acha melhor as 3,5 polegadas. Minha única dúvida é se será como um modelo adicional ou substituindo o 5s, deixando as 4 polegadas para o sucessor do 5c. O aparelho não deve ser muito maior do que o atual, já que muito provavelmente o novo design vai ter as bordas mais estreitas. O que se perder de usabilidade pode ser compensado por melhoras no próprio iOS. E se mesmo assim não for suficiente, a Apple terá mais um motivo para vender o tão propalado iWatch.
  10. Pelo que ouvi falar o "Tempos Interessantes" é excelente para quem gosta da história num olhar de um personagem específico. Não sou muito fã de biografias, mas um dia pretendo lê-la. Terminei Direito pela PUC-PR no fim de 2008. O "Era dos Extremos" estava na bibliografia complementar de sociologia senão me engano. Comecei Filosofia na UFPR este ano. Hobsbawn é quase obrigatório para quem se interessa por Marx, como eu.
  11. É um recurso que foi anunciado para sincronizar senhas entre iPhones, iPads, Macs, iPod touchs compatíveis. Depende só da liberação da Apple.
  12. Pergunta, é apenas para um funcionário que a empresa desconfia de algo ou vai ser política global para todos? No primeiro caso eu até compreendo, já no segundo acho no mínimo nojento.
  13. Pois é, li o dos Extremos na minha primeira graduação. Agora, já na segunda graduação, li no semestre passado para uma disciplina o "Era das Revoluções", agora o do Capital. É provável que mesmo senão pedirem leia o volume que falta. Sobre os hábitos, loucura e genialidade sempre andam muito próximas. É uma pena que tenha falecido, pois adoraria ler um livro dando continuidade aos "Eras".
  14. Lendo "A Era do Capital", de Eric Hobsbawn; relendo "Seis Propostas para o Novo Milênio" do Italo Calvino.
  15. Sinceramente, muito cedo para falar de iPhone 6. Mas eis minhas previsões: .Tela entre 4,5 e 5 polegadas. Acho que vai ser 4,7. .Aumento da resolução para manter o DPI. Provável que vão usar o nome Retina Display 2. .Mudança de design, afinal não é uma geração "S". .Melhorias habituais no SoC (A8) e câmeras (vídeo 1080p para câmera frontal já passou da hora). .Mais memória RAM, provavelmente 2 GiB. .Alguma melhora pequena na bateria. Agora os meus desejos: .NFC, com integração ao sensor biométrico e ao Passbook. .Algum jeito de acionar a visualização de multitarefa sem passar pelo toque duplo no botão home. .Adoção de chip 4G universal. .Led Frontal para notificações. .Melhora significativa na bateria, como já falaram.
  16. Fazer isso via scanner de mesa é demorado para caramba. Se rasgar páginas não importa, sugiro um scanner de documentos. Quanto a disponibilidade do acervo, ao menos algumas revistas mais populares o deixam online. Lembro que a Superinteressante tem lançou anos atrás uma caixa com CDs do seu arquivo. Mas normalmente é possível encontrar revistas populares já devidamente digitalizadas. Não é difícil encontrar coleções da Playboy ou revistas de videogame dos anos 90. Eu mesmo consegui praticamente a coleção completa da revista Gamers fuçando pela rede.
  17. Aqui aconteceu isso também. Entrei no aplicativo nativo de tempo e resolveu. Tente fazer isso. Caso não funcione, reinicie o aparelho.
  18. Mesmo objetivo do tópico de livros. Vale tanto para filmes quanto para séries e peças de teatro. Séries: O Negócio - série nacional da HBO sobre prostituição e marketing. Estou aguardando o final de Dexter para ver a ultima temporada de uma só vez. Também estou na espera dos especiais de fim de ano de Dr. Who. Filmes: MIB Homens de Preto 3 - de Barry Sonnenfeld - 01/08 Espetacular Homem-Aranha - de Mark Webb - 01/08 O Ditador - Larry Charles - 08/08 Os Mercenários 2 - de Simon West - 09/08 Apenas o Fim - de Matheus Souza - 11/08 Hanna Arendt - de Margarethe von Trotta - 15/08 Círculo de Fogo - de Guilhermo Del Toro - 16/08 Persona: Quando Duas Mulheres Pecam - de Ingmar Bergman -17/08 Ponyo, uma amizade que veio do mar - de Hayao Miyazaki - 18/08 A Onda - de Dennis Gansel - 21/08 Terra em Transe - de Glauber Rocha - 31/08 Como deu pra perceber, eu mantenho lista mensais de filmes que assisti. É um bom hábito para quando a memória é falha
  19. Chrono

    J-RPGs: Quem Joga?

    Então cara, o jogo é grande mas não grande assim. Para terminar fazendo tudo deve ser uma 72-75hs (estou com pouco mais de 60 pelo que lembro). Final do ano passado comecei a jogar e parei numa altura em que falta apenas duas ou três dungeons e duas sidequests. No segundo CD o jogo muda muito na maneira em que a história é contada. Quanto a evoluir, não é preciso fazer tanto grind quanto em outros rpgs da época (oi FF VII). Desde que você consiga ter boas skills e dinheiro suficiente para equipar seu gear está tudo ok. Enfim, em termos de história é das melhores senão a melhor que a Square já fez até hoje. Coloco tranquilamente no top 10 geral. É claro que algumas mecânicas hoje estão datadas e os gráficos dão sinais da idade, mas principalmente a história o faz ser um grande jogo. Ah, e ano passado ou retrasado fãs brasileiros lançaram uma tradução. Se quiser, procure no Forum Unificado de Tradução.
  20. Chrono

    J-RPGs: Quem Joga?

    Na minha infância jogava bastante. Hoje em dia falta tempo para mim jogar, além do que os RPGs ocidentais me atraem mais. Mas ainda este ano pretendo terminar Xenogears, jogo que comprei logo que saiu a versão americana no final dos anos 90. Desde então foram vários gameplays interrompidos, tanto quando tinha um Play1, quanto em emuladores.
  21. Você pode fazer isso usando um servidor DLNA e um outro app que reproduza este tipo de protocolo. Para reproduzir, dois dos mais populares são o AcePlayer e o AirPlayer. Quanto a um app para atuar como servidor, não posso lhe recomendar nenhum. Sei que existem na AppStore, mas nunca cheguei a testa-los.
  22. Minha bola de cristal não foi capaz de responder sua pergunta. Ela parece ser incapaz de encontrar coisas referentes a produtos ainda não oficialmente anunciados.
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