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raphareck

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Tudo que raphareck postou

  1. Chega dessa conversinha... faz um favor, veja a carga tributária de impostos e veja o preço final. A CULPA É DA APPLE SIM
  2. E-mail que enviei ao Tim, Helo Tim, I never thought I would write to you. After all, who am I to talk to one of the most important persons in the world. Maybe there's a good chance you'll ever read this email, but I have to contact you. I want to hear from you directly the reason why Apple are punishing us consumers. Have you seen the price of the Iphone 4s launched at Apple Store online, in Brazil? It makes no sense, does not reflect what the brand has done so far in Brazil or other countries. Yes, I know, the price of the iPhone has always been high and we should buy with plans, but at least it cost about as much like that of other brands. Not this time. I really want to buy my first iPhone, i'm saving money for this. But maybe I have to take my spaceship and move to another galaxy. Sincerely, Rafael Felix
  3. Por favor gente, não comprem.... e digam para seus amigos, familiares etc p/ n comprarem tb. Vamos fazer um boicote a Apple. Na coreia do sul fizeram isso e os preços despencaram!
  4. "Apple Brasil inicia venda de iPhones desbloqueados pela sua Online Store; preços variam de R$1200 a R$3400." É assim? A Apple faz uma tremenda cagada cobrando preços absurdos e tudo o que vocês nos oferecem é uma nota fria com a tabela de preços? Cade a crítica, o descontentamento? Cade a crítica? Cade a crítica? Nós, brasileiros, já temos pouca voz. Se a imprensa se calar diante desses absurdos o que nos resta? Vocês realmente vão deixar passar essa? Ou vou arrumar uma desculpa p/ esse preço e tentar nos fazer acreditar que a Apple é perfeita?
  5. <p>Já estava pensando nisso a muito tempo, mas essa "manobra" da Apple foi o que faltava p/ eu ver que essa empresa não tem nenhum respeito pelo consumidor brasileiro... sinceramente, adoro os computadores da Apple, Iphone etc. Mas a cor do meu dinheiro essa empresa de merda não ve nunca mais. </p> <p> </p> <p>Sobreviverei sem um macbook, sem um iphone, sem um imac... existem produtos mais baratos e superiores. Vou ficar com meu macbook até precisar trocar de pc de novo. Mas SEM DÚVIDA meu próximo computador não será um apple. </p> <p> </p> <p>Empresa filha da mãe</p>
  6. Poxa, que droga... saokpsakas, eu n li a matéria mesmo. Já vim todo contente pra cá e sai arrastando o ichat pra dock kkkkk Vou ter q esperar mesmo =/
  7. Vi no blog que agora o MSN pode ser usado no ichat! FINALMENTEEE Link p/ matéria> http://macmagazine.com.br/2011/12/14/microsoft-abre-messenger-para-padrao-xmpp-permitindo-que-finalmente-o-ichat-seja-compativel/#leitura Mas Como configura isso? Alguem pode fazer um tutorial?????
  8. O seriado eu falei no primeiro post e a parte vc procura sozinho que eu tenho mais o que fazer...
  9. N é montagem... foi eu mesmo que tirei o print do seriado xD
  10. SAOKAPKASKSAOKPAS... 10 pela criatividade lol Mas kra, ninguém merece ver filme assim rsrs.
  11. Instala o Movist... nunca tive problemas com esse player. Ele sempre consegue ler todos os formatos e ainda arruma a legenda p/ os espaços vazios dos videos!
  12. Estava eu assistindo o seriado Homeland quando de repente me deparo com isso: Huston, we have one problem... wait, it's 3! É o que eu estou pensado? Mais de pertinho: Sim, é a Microsoft try to hard com seu WindowsBook feito especialmente para aparecer Merchandising. rsrsrs
  13. Tem um programa chamado Subsmarine... vc arrasta o filme pra ele e ele procura a legenda em alguns sites automaticamente nas linguas pré configuradas. Baixa já tudo certinho. Já usei alguns programas parecidos, mas o subsmarine é o que SEMPRE da retorno.
  14. Gustavo Reis Costa Até parece que a Apple está preocupada se vc vai usar o mac dela em outro pc rs...
  15. Olá Pessoal, Estou quase acabando de editar uma foto aqui mas não to conseguindo pegar a manha pra corrigir a boca da modelo. Sempre que eu vou mecher acabo deformando ou fica desproporcional ao rosto. Existe alguma técnica anatômica que eu possa usar? No caso a modelo deve ter colocado silicone nos lábios e ficou com aquela famosa "boca de coringa"... Se puderem me ajudar, pois só falta isso pra eu acabar a edição...
  16. A situação aqui do meu após restaurar o sistema (sem apagar os programas e arquivos):
  17. Não é bem assim... eu acabei de fazer uma restauração de sistema no Lion (sem apagar meus programas e arquivos) e notei uma diferença gritante. Antes, com os mesmos programas abertos, eu ficava com quase nada de memória livre e agora tenho sempre pouco mais de 1,5GB. Ou seja, havia alguma coisa errada. Só espero não ter que ficar fazendo isso sempre ou então o OS X vai começar a ficar com a cara de windows!
  18. Eu fico relutando pra voltar pro Snow Leopard pq tem algumas funções no Lion que eu gostei. Mas o sistema está uma droga mesmo. As vezes deixo apenas 5 programas abertos e já consome a memória toda. Antes no Snow Leopard eu deixava uns 15! Sem brincadeira Já testei o Chrome... ele gasta basicamente a mesma coisa que o safari. O chrome divide os processos em vários pra disfarçar no activity monitor. Quando agente soma tudo dá um baita consumo de memória.
  19. Olá pessoal, Gostaria de saber, na opinião de vocês, qual o melhor navegador para o mac que gaste menos memória. Eu sempre gostei do safari mas ele tem usado bastante memória ultimamente. Desde que eu fiz a atualização p/ o Lion o safari nunca mais foi o mesmo.
  20. É o que defendem ativistas para formar uma rede Wi-Fi pública; a prática, porém, pode render até prisão No telhado da casa de Dana Sniezko, em São Francisco, fica um roteador. Dali sai um sinal de Wi-Fi de 4 Mbps que pode ser usado por qualquer um. Não há senha. “Eu deixo a conexão aberta como um serviço público”, explicou a americana de 27 anos ao Link. “Embora São Francisco seja uma capital tecnológica, há muitas pessoas que não têm acesso à internet e, cada vez mais, ela é necessária para fazer a maior parte das coisas: encontrar uma casa, conseguir um emprego, trabalhar em serviços sociais e ficar em contato com os amigos”, diz. Dana é desenvolvedora web e trabalha para ONGs. Garantir a inclusão digital em sua cidade é uma de suas bandeiras. Há alguns pontos de Wi-Fi livre em São Francisco – principalmente em espaços públicos, como parques, e também operam ali algumas empresas que distribuem pontos de internet livre pela cidade. Mas a conexão está longe de cobrir toda a cidade. “A maioria dos cafés hoje restringem as suas conexões”, reclama Dana. (PrintScreen de redes Wi-Fi próximas ao meu quarto) A bandeira de abrir o Wi-Fi para colaborar para a inclusão digital não é só dela. A Eletronic Frontier Foundation (EFF), entidade que luta há mais de 20 anos por liberdade na rede, se prepara para lançar o Open Wireless Movement (Movimento pelo Wireless Aberto). “O desaparecimento gradual das redes Wi-Fi abertas é uma ‘tragédia dos bens comuns’”, escreveu Peter Eckersley, chefe do setor de tecnologia da EFF, no texto que lança a campanha. (Tragédia dos bens comuns é uma teoria que diz que, diante de um bem comum, tendemos a tirar o máximo dele ao mesmo tempo em que contribuímos o mínimo para sua manutenção.) “Precisamos de um movimento político e tecnológico para reverter a degradação desse componente indispensável da infraestrutura da internet.” Para Eckersley, parte do trabalho é apenas lembrar as pessoas que abrir as suas redes é a “coisa mais socialmente responsável a fazer”. Ficar sem internet em uma situação de necessidade, para ele, é como se ver molhado e sentir frio sob uma tempestade porque ninguém ofereceu abrigo em um guarda-chuva. Segundo a EFF, há duas preocupações que impedem as pessoas de abrirem seus roteadores: segurança e velocidade. “Precisamos criar ferramentas que permitam às pessoas compartilhar uma porção de suas conexões sem afetar o desempenho delas, e ao mesmo tempo garantir que não haja quebra de privacidade.” Na casa de Dana Sniezko chega uma conexão de 20 Mbps de velocidade. Parte dela (4 Mbps) vai para o telhado e o restante é distribuído para outro roteador, usado em sua casa. Esse sim é fechado. Ela gastou US$ 50 no ponto extra de acesso. Com ele, consegue garantir que a sua conexão de uso pessoal não seja prejudicada pelo ponto extra, e nem que a sua segurança seja colocada em risco. “A rede aberta tem algumas medidas de segurança mas não é protegida, então alguém pode fazer uma interceptação”, diz Dana. “A melhor proteção é educar a si mesmo”, diz ela. São regras básicas: usar HTTPS ao entrar em alguns sites, como redes sociais, e evitar alguns serviços, como bancos. O que Dana faz é exatamente o que recomenda a EFF. E hoje há roteadores que permitem dividir o sinal em dois – um aberto e um fechado. Pena. Só que o que ela faz e o que recomenda a EFF no Open Wireless Movement pode ser proibido. Nos Estados Unidos, os principais provedores de conexão, como o Comcast e Verizon, explicitam em seus contratos que revender ou tornar disponível de alguma maneira a conexão a terceiros pode acarretar em suspensão ou encerramento da conexão à internet. Em São Francisco, Dana usa uma conexão oferecida por um pequeno provedor – portanto, não está cometendo nenhuma ilegalidade. “Os provedores locais são mais abertos aos seus clientes que fazem coisas incomuns”, diz. No Brasil, porém, quem fizer como ela está sujeito a uma série de penalidades que podem ir da suspensão da conexão pelo provedor a penas como prisão ou multa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A Telefônica, que oferece o Speedy, não restringe a prática no contrato, mas desaconselha o compartilhamento da rede. A Net, que oferece a conexão com o Virtua, restringe contratualmente. “Caso a conexão seja compartilhada indiscriminadamente através de um roteador sem senha, a chance de uma pessoa mal-intencionada utilizar a conexão de terceiros de forma anônima aumenta muito”, disse a empresa, por meio de sua assessoria de imprensa. De fato: se alguém cometer um crime (como acessar material relacionado à pedofilia) usando uma rede aberta, a responsabilidade cairá sobre o dono do IP – aquele que compartilha a rede. “É como deixar a porta de casa aberta e confiar em todos que entrarão ali”, diz a Net. Para a empresa, a alternativa é usar hotspots públicos, cujo acesso acontece com identificação e senha. Crime federal. No ano passado, um morador de Teresina (PI) foi multado em R$ 3 mil pela Anatel por compartilhar sua conexão com três vizinhos. A acusação: ele estava funcionando como um prestador de serviços de telecomunicação sem autorização da agência. Questionada pelo Link, a Anatel explicou que “tornar disponível uma infraestrutura de telecomunicações – independentemente de tecnologia – para que usuários possam emitir, transmitir ou receber informações de qualquer natureza caracteriza prestação de serviço para a qual há necessidade de autorização prévia da Anatel”. Isso significa que manter um simples roteador aberto pode render penalização ao usuário. Transformar seu roteador em um hotspot Wi-Fi público, segundo a Anatel, “caracteriza oferta clandestina de serviços de telecomunicações”. E isso é crime federal. A causa é nobre, mas, para a agência que regula as telecomunicações no Brasil, até dividir internet com o vizinho é crime. A Anatel disse que avalia caso a caso, mas se houver evidências de que o usuário deixou a rede aberta de propósito ou divulgou sua senha para outras pessoas, pode ser condenado a até quatro anos de prisão e multa de R$ 10 mil. fonte: blogs.estadao.com.br Por Tatiana de Mello Dias
  21. Qualquer coisa treme com a vibração do som rs...
  22. Já aconteceu comigo... no meu caso eu reinstalei com a versão mais recente e funcionou novamente.
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