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  1. Positivar
    Amigos deu reputação a jailsonrs em Preço de Mac Intel no Brasil - quando cai?   
    Vendo agora no Fórum, tem um anúncio de um iMac de 2012 e o vendedor está pedindo 4800,00. Quem é que vai investir quase 5 mil reais em um Mac com praticamente uma década de lançado e que perdeu o suporte no Catalina? Se vai investir em Mac usado, que minimamente seja um Mac com um mínimo suporte a versões atuais do sistema, porque com  5 mil, dá para pegar um excelente notebook Windows com CPU nova e VGA dedicada. Para um Mac de 2012, vale metade do que ele está pedindo e olhe lá.
    O que eu vejo, é que tem muita, mas muita gente que vai ficar com Mac parado em casa, principalmente Macs mais antigos, sem suporte a versões novas de sistema e já abandonados pela Apple.
     
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    Amigos recebeu reputação de fabiowap em Saindo do Iphone XR, mas qual pegar?   
    Amigo, esse tipo de questionamento , entre pegar um modelo anterior ou o mais recente, é bem comum aqui no fórum. Olhando casos similares, a quase totalidade das respostas são sempre enfáticas: "Compre o mais recente!",  algo que faz sentido afinal o aparelho é teoricamente melhor não é mesmo?
    No entanto, para que os outros amigos possam melhor ponderar a escolha para lhe ajudar seria interessante que você colocasse algumas informações a mais. Qual seria o seu orçamento? Você tem possibilidade de pegar atrelado ao plano de sua operadora? Quanto tempo você pretende ficar com o aparelho? Você considera qualquer opção de armazenamento? Tem preferência por tamanho de tela?
    Sem esses detalhes adicionais fica difícil dizer qual é mais indicado para o seu caso.
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    Amigos recebeu reputação de Morpheu em O iPhone realmente vale o dinheiro investido, ou tudo é apenas hype e status?   
    Indo um pouco para um assunto off-topic, essa é uma coisa interessante dos Macs (e produtos Apple em geral), eles não perdem valor nem mesmo quando são quase injustificáveis. Veja esse exemplo que você deu amigo, é possível montar um bom computador com esse valor e, em contrapartida, temos esses computadores de 2011 que, tirando alguns usos específicos que não necessitam obrigatoriamente de softwares atualizados, como produção musical, são praticamente um peso de papel, uma vez que eles não recebem atualizações oficiais há quatro anos. Ainda assim, me parece ter um mercado que absorve esses valores, ou pelo menos que leve os vendedores a crer que ele exista. Algo que é definitivamente único.
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    Amigos deu reputação a ral em iPhone novo - melhor custo X benefício no momento.   
    Olá! Primeiramente, avaliar o melhor custo-benefício é complicado porque leva em consideração aquilo que é importante para você. Ademais, penso o seguinte: os iPhones X e XS até hoje são caros - acho incrível, não sei qual a magia - e por isso não valem a pena (para ter uma ideia em alguns casos o preço fica MUITO próximo de um XR), eu comprei um iPhone X depois de 1 ano do seu lançamento e o qual é meu atual smartphone, levando em consideração o preço iria no XR ou no 11, 64GB são suficiente pra mim, porém como vim do iPhone 6 para o X nunca havia tido experiência com display OLED, então talvez pensaria muito no 11 Pro. Assim, quanto ao ano do lançamento, não esqueça que o iOS trabalha muito bem, meu irmão comprou um XR em meados de julho e se apresenta um ótimo smartphone. Concluindo: blackfriday está próximo, se puder aguardar também é uma boa.
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    Amigos deu reputação a Heitor em O iPhone realmente vale o dinheiro investido, ou tudo é apenas hype e status?   
    O Google pode se aproximar com os novos processadores, já que o software é próprio. Resta saber se vão investir realmente nisso ou vão deixar para lá depois de um tempo.
    Sempre gostei do Android AOSP em alternativa ao iOS, mas os Nexus foram deixados para lá e os Google Pixel não decolaram. Só tinham/tem de elogiável mesmo as câmeras e nada mais. 
     
    Meu ponto foi com relação ao valor de revenda do aparelho ao qual você citou, um MB 2011, no caso. Ao poder de revenda do iPhone, de oustros aparelhos Apple quando comparados a uma montadora. E a que me vem na mente é a Toyota pela valorização de seus carros na revenda. Daí em diante puxei o assunto para a questão da durabilidade e confiabilidade dos produtos. Todos esses fatores somados, tornam a empresa e seus produtos ainda mais diferenciados.
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    Amigos deu reputação a Gustavo Zanandrea em Uso constante de PowerBank iPhone XS   
    Olá derrepente vale apena você pegar uma Apple Care + e estender para mais 2 anos a garantia , Eu tenho e nem preocupo se tá gastando ou não, pois qdo gastar irei na assistência e eles me trocam pelo Apple Care +.
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    Amigos deu reputação a jailsonrs em Uso constante de PowerBank iPhone XS   
    O mercado de iPhone usado e velho é gigante. 
    Mas também está ai outra neurose, que é ficar "economizando" o aparelho para revender em melhor condições depois de uns anos. Tem gente que sequer usa os acessórios originais. 
    Claro que um aparelho com uma bateria com um desgaste menor vai ser melhor apreciado na revenda. 
    Mas no geral, acho que é muita neurose, mas como não sou dono da verdade, vai de cada um. 
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    Amigos deu reputação a Bruno Régis Duarte em Uso constante de PowerBank iPhone XS   
    Algo que o colega citou acima sobre essa "neura" é um verdadeiro problema. Pra mim esses 6% que você perdeu não dizem nada, pois, você mesmo pode nem ter perdido. A Apple diz que essa estimativa é literalmente uma estimativa, e não a realidade propriamente dita. É o software te dando uma previsão de quando vai precisar trocar de bateria, nada mais. O único problema é que mesmo que o aparelho esteja intacto e bateria nova, se estiver marcando menos de 100%, perde valor de revenda.
    Eu só achei um pouco exagerado o comentário do @jailsonrs sobre trocar a bateria do aparelho a cada dois anos. Eu, particularmente, como técnico e como usuário acho uma estimativa exagerada, visto que em tantos anos nunca peguei um aparelho que a bateria tenha perdido capacidade de carga ou que isso tenha incomodado o usuário ao menos em 3 anos. Os meus iPhones, tanto pessoal quanto de testes costumam durar 3 anos, 3,5 anos até eu sentir que a bateria já não aguenta como antes, e leva 4 anos cravados até morrer de vez na minha mão. E eu só carrego e uso normalmente, sem me preocupar com ciclos ou qualquer coisa do tipo.
    A dica é simples, faz como o colega disse e segue o fluxo, não se preocupa com ciclos e coisas do tipo. Por experiência acredito sim que sua experiência pode te proporcionar uns poucos meses de vida a mais pra sua bateria, mas, não mais que isso. Eu acho um teste válido, e algo legal de se postar na internet. Mas faz por gosto, porque os benefícios serão bem pequenos se comparados aos cálculos, controle e qualquer trabalho que você tenha no dia a dia pra manter o seu iPhone no powerbank.
  9. Positivar
    Amigos recebeu reputação de Padra Fábio Melado em O iPhone realmente vale o dinheiro investido, ou tudo é apenas hype e status?   
    Acredito que esse questionamento seja bastante frequente no fórum. Já acompanhei diversos tópicos sobre o assunto mas nunca havia colocado minhas impressões por motivos que ficarão mais claros nos próximos parágrafos, no entanto essa discussão em específico me parece ter levantado bons questionamentos, me instigando a contribuir com minha opinião.
    Primeiramente, devemos lembrar que esse é um fórum cujo tema central são os produtos da maça e, assim sendo, é visitado principalmente por entusiastas da marca, bem como usuários de boa parte de seus produtos e por esse motivo acredito que seja natural uma inclinação pela indicação favorável à compra. Aliás, esse é o motivo de eu não participar das outras discussões do gênero.
    Feita essa divagação inicial, creio que duas coisas devam ser levadas em conta: as suas necessidades e aquilo que você considera um preço justo. Avaliar suas necessidades é importante ao escolher praticamente qualquer produto, uma vez que definitivamente não existe aparelho perfeito para todos. Por exemplo, um usuário cuja prioridade seja câmera estará muito bem servido de opções no mundo Android, que definitivamente apresenta um leque maior e possivelmente melhor de opções. Por outro lado, um usuário que estivesse preocupado com áudio (considerando o cenário de alguns anos atrás) seria muito melhor atendido por um iPhone do que qualquer outro aparelho concorrente. Sem conhecermos aquilo que realmente é mais importante pare você, é difícil justificar que o aparelho de fato vale aquilo que custa.
    Justificar o valor que custa também pode ser bastante sensível ao seu próprio poder aquisitivo e prioridades. Ora, suponha que cheguemos a conclusão de que o iPhone é realmente o melhor aparelho para o seu uso, no entanto para compra-lá você iria precisar fazer uma divida ou parcelar em uma quantidade obscena de meses. Será que isso é preferível no seu caso? É sua prioridade ou é algo aceitável para você?  Enfim, são muitos fatores que você não deixou claro.
    Quanto a minha experiência com relação ao dois sistemas operacionais. Em geral, o iPhone tende a receber mais anos de atualizações que os concorrentes. No entanto a medida que os anos passam, atualizar um aparelho da maça mais antigo sempre me trouxe resultados insatisfatórios, ao ponto de que eu dificilmente atualizaria um aparelho para mais de duas versões do sistema após aquela que veio com o aparelho originalmente. Some isso com o fato de que atualmente é muito comum encontrar aplicativos que já não são mais compatíveis com o iOS de três anos atrás e eu me pergunto até que ponto ter mais tempo de atualizações é de fato vantajoso? Tendo em vista que no caso do Android embora eu não tenha novas funcionalidades, praticamente todas as aplicações ainda suportam a versão do sistema lançada há seis anos.
    Logo, acredito que tudo isso deva ser bem ponderado, suas necessidades, sua situação financeira e sobretudo quanto tempo você pretende ficar com o aparelho, considerando o ciclo de atualização e diferença de tempo de compatibilidade das aplicações entre ambos os sistemas. 
  10. Curtir
    Amigos recebeu reputação de ade_neto em O iPhone realmente vale o dinheiro investido, ou tudo é apenas hype e status?   
    Acredito que esse questionamento seja bastante frequente no fórum. Já acompanhei diversos tópicos sobre o assunto mas nunca havia colocado minhas impressões por motivos que ficarão mais claros nos próximos parágrafos, no entanto essa discussão em específico me parece ter levantado bons questionamentos, me instigando a contribuir com minha opinião.
    Primeiramente, devemos lembrar que esse é um fórum cujo tema central são os produtos da maça e, assim sendo, é visitado principalmente por entusiastas da marca, bem como usuários de boa parte de seus produtos e por esse motivo acredito que seja natural uma inclinação pela indicação favorável à compra. Aliás, esse é o motivo de eu não participar das outras discussões do gênero.
    Feita essa divagação inicial, creio que duas coisas devam ser levadas em conta: as suas necessidades e aquilo que você considera um preço justo. Avaliar suas necessidades é importante ao escolher praticamente qualquer produto, uma vez que definitivamente não existe aparelho perfeito para todos. Por exemplo, um usuário cuja prioridade seja câmera estará muito bem servido de opções no mundo Android, que definitivamente apresenta um leque maior e possivelmente melhor de opções. Por outro lado, um usuário que estivesse preocupado com áudio (considerando o cenário de alguns anos atrás) seria muito melhor atendido por um iPhone do que qualquer outro aparelho concorrente. Sem conhecermos aquilo que realmente é mais importante pare você, é difícil justificar que o aparelho de fato vale aquilo que custa.
    Justificar o valor que custa também pode ser bastante sensível ao seu próprio poder aquisitivo e prioridades. Ora, suponha que cheguemos a conclusão de que o iPhone é realmente o melhor aparelho para o seu uso, no entanto para compra-lá você iria precisar fazer uma divida ou parcelar em uma quantidade obscena de meses. Será que isso é preferível no seu caso? É sua prioridade ou é algo aceitável para você?  Enfim, são muitos fatores que você não deixou claro.
    Quanto a minha experiência com relação ao dois sistemas operacionais. Em geral, o iPhone tende a receber mais anos de atualizações que os concorrentes. No entanto a medida que os anos passam, atualizar um aparelho da maça mais antigo sempre me trouxe resultados insatisfatórios, ao ponto de que eu dificilmente atualizaria um aparelho para mais de duas versões do sistema após aquela que veio com o aparelho originalmente. Some isso com o fato de que atualmente é muito comum encontrar aplicativos que já não são mais compatíveis com o iOS de três anos atrás e eu me pergunto até que ponto ter mais tempo de atualizações é de fato vantajoso? Tendo em vista que no caso do Android embora eu não tenha novas funcionalidades, praticamente todas as aplicações ainda suportam a versão do sistema lançada há seis anos.
    Logo, acredito que tudo isso deva ser bem ponderado, suas necessidades, sua situação financeira e sobretudo quanto tempo você pretende ficar com o aparelho, considerando o ciclo de atualização e diferença de tempo de compatibilidade das aplicações entre ambos os sistemas. 
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    Amigos deu reputação a ade_neto em O iPhone realmente vale o dinheiro investido, ou tudo é apenas hype e status?   
    Eu acho que escolher iPhone ou Android depende da necessidade do usuário. Hoje o usuário será feliz com ambos.
    Se formos levar em consideração apenas o status, certamente que a maçãzinha ainda faz mais sucesso.
    Eu gosto dos dois sistemas e vejo vantagens e desvantagens nos dois, tanto que desde que a Samsung lançou o Galaxy S7 eu sempre tenho mantido ao mesmo tempo um de cada marca. Tenho um iPhone 7 com meu número particular e um Galaxy Note 9 com o meu número de trabalho.
    Eu gosto do iPhone principalmente pela integração com o iPad com o MacBook, e também pela grana que já investi em aplicativos da App Store rs, principalmente com os apps para pedalar e corrida, e também gosto para os aplicativos dos bancos, porque todo mundo diz que a Apple é mais segura, mas acho que conseguiria migrar para o Android sem maiores problemas caso não tivesse escolha.
    O que não gosto do iPhone é basicamente o preço que a Apple cobra aqui no Brasil que multiplica o valor nos EUA por 12, que é salgado demais se compararmos com aparelhos do mesmo nível do lado do Android.
    O que eu gosto no Android é a flexibilidade que ele me proporciona, principalmente no trabalho e o preço bem mais camarada.
    Estou programando para trocar o meu 7 pelo 11 em novembro ou dezembro quando os preços cairem com a chegada do 13 e também porque comprei um para a minha esposa e achei que está bem bacana, principalmente processador e câmera que melhoraram muito em relação ao 7, mas não vou abrir mão do meu Note para trabalhar.
    Mas se colocassem uma arma na minha cabeça e dissessem que eu teria que escolher apenas um sistema, entre o iPhone 7 e o Note 9, eu ficaria com o Note 9 e, entre o iPhone 11 (pelo que pude testar) e o Note 9, eu também ficaria com o Note 9. Claro, isso colocando na balança o custo/benefício e as minhas necessidades de uso no trabalho que sempre serão mais importantes do que o uso meramente recreativo do aparelho.
  12. Obrigado!
    Amigos recebeu reputação de Luciano Pavarotti em Apple trouxe a audiofilia para perto da grande massa?   
    Fala Luciano, tudo bem?
    Me colocando no meio de sua conversa com o amigo roberktum, gostaria de colocar alguns pontos que acho importantes. Acredito que você acompanhe o MacMagazine e, portanto, tenha acompanhado as discussões que ocorreram nas matérias relativas ao tema, que foram muito bacanas. Caso não tenha visto, recomendo que dê uma olhada.
    Verifique as configurações de normalização de volume nos dois serviços e mantenha ambas iguais. Para se realizar um teste comparativo, em um mesmo sistema, entre dois áudios é de extrema importância  que eles estejam no exato mesmo volume, qualquer variação irá afetar os resultados, uma vez que nosso cérebro invariavelmente tem preferência por aquele que tem volume mais alto. Obviamente que suas conclusões podem ser iguais.
    Acredito que essa seja uma afirmação muito interessante. Sinto que nos últimos anos houve ou uma supervalorização do conjunto DAC e amplificador dedicados ou então uma desvalorização das versões integradas desses componentes. De fato, muitas vezes as soluções integradas empregadas nos celulares e computadores deixam a desejar, mas isso tem sido cada vez menos comum. Falando de iPhones especificamente, eles tem total capacidade de entregar uma qualidade ótima, não justificando um investimento em um conjunto externo a menos que se tenha de fato ótimos transdutores, ou seja, fones de ouvido/caixas de som. Dê uma pesquisada nas análises dos chips integrados usados nos iPods de mais de 10 anos atrás e você irá perceber que nem naquela época eles deixavam a desejar, ou eram incapazes de entregar "som lossless" (algo equivocado por conceito). Até por volta da época do iPhone 5, portais voltados para som de alta qualidade realizavam testes laboratoriais com os aparelhos e geravam especificações para os DACs/Amplificadores que se mostravam ótimos. Infelizmente muitos desses sites não existem mais.
    Nesse tema, embora discorde em alguns pontos dele, tenho que concordar com o Leonardo, do canal mencionado. Muito mais se vale investir em fones ou caixas do que em DACs e/ou amplificadores, que são quase sempre um dos últimos pontos de investimento.
    Os sistemas integrados são sim muito bons. Aliás, como disse acima, esse conceito de que o conector Lightning-P2, por exemplo, não entrega "som lossless" é equivocado por definição, uma vez que esse termo refere-se apenas ao arquivo conter exatamente a mesma informação do arquivo que o gerou. Note que, antes de um arquivo lossy chegar ao seu fone/caixa, e em alguns casos ao próprio DAC caso a decodificação seja via software (como é o caso do Spotify), o mesmo será decodificado gerando um sinal LPCM exatamente como no caso de um arquivo lossless. Qual a diferença. então? O último será exatamente igual ao arquivo original, já o primeiro não. Tudo isso podendo ocorrer muitos antes de chegar no DAC. Em resumo, essa afirmação é equivocada e muito errada conceitualmente falando.
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    Amigos recebeu reputação de leandroneves em Apple trouxe a audiofilia para perto da grande massa?   
    Agora entendi seu ponto, amigo. Inicialmente tive a impressão de que você estava pontuando uma superioridade técnica do codec.
    Acho importante as análises técnicas pois elas ajudam a compreender melhor as ferramentas que temos para nos apresentar o que gostamos: a música. Mas isso pode ser algo extremamente pessoal.  De fato, uma análise "não técnica" só pode ser feita individualmente.
    Obviamente que, assim como no caso da fotografia, a melhora qualitativa é totalmente subjetiva. Ora, existem pessoas que adoram o som de fitas cassete e inclusive tentam emular as mesmas, ainda que quantitativamente elas apresentem baixíssima fidelidade. Não duvido que para você o MQA seja realmente superior, embora tecnicamente ele esteja "degradando" o áudio.
    Nesse sentido, acho interessante a abordagem do TIDAL, que nos permite escolher entre usar ou não a tecnologia. Infelizmente isso é raro no mundo do áudio, onde em geral um formato substitui outro sem quaisquer considerações de seu mérito técnico ou de seu apelo ao gosto individual.  Bom mesmo seria se tivéssemos o mesmo cenário do Japão, onde ainda se pode comprar vinis, CDs, MDs, fitas cassete, CDs codificados com MQA e etc. Assim, cada um pode escolher aquilo que lhe soa melhor, ou que lhe apresente os melhores atributos.
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    Amigos recebeu reputação de Chico O Terrível em Apple trouxe a audiofilia para perto da grande massa?   
    Amigo, infelizmente o MQA é mais uma das tecnologias voltadas para o mercado de som de alta qualidade que, ironicamente, não trazem maior qualidade. Um das técnicas, bem inteligente aliás, deles é a de basicamente não compartilhar detalhes mínimos a respeito da tecnologia além das vagas frases que acompanham seus materiais publicitários. A realidade é que se trata de um codec lossy, ou seja, com perdas. Até ai, sem problemas (embora isso possa chatear alguns iniciantes no assunto). Porém, tanto a ideia quanto a implementação não são muito boas.
    Eles querem colocar dentro de um áudio com especificação do famoso "padrão CD" (Red Book), ou seja, sinais amostrados a 44.1kHz com 16 bit por amostra, não apenas a informação padrão de um "CD", que seria todo o conteúdo sonoro até aproximadamente 22.5kHz, mas também informações de frequências superiores. Como não existe milagre, o que eles fazem é basicamente aplicar filtros para "comprimir" o áudio das frequências abaixo de 22.5kHz e adicionar ruído que, quando lido pelo DAC específico que você mencionou, pode ser interpretado como o conteúdo das frequências acima disso. Na prática você está sacrificando qualidade de áudio na faixa de frequência que você poderia escutar em troca de adicionar uma representação de baixíssima qualidade (pense em algo como o pior MP3 possível) das frequências que você nem consegue ouvir e, mesmo que conseguisse, você estaria ouvindo algo péssimo. Pior do que isso é que, durante o processo de codificação para MQA, são adicionadas diversas distorções no sinal por conta dos (péssimos) filtros por eles usados. Não me parece uma boa troca.
    Nesse site existe um bom texto dando uma visão geral do funcionamento do MQA: https://audiophilestyle.com/ca/reviews/mqa-a-review-of-controversies-concerns-and-cautions-r701/. Apesar de um pouco técnico, ele é ótimo para desmistificar alguns conceitos amplamente difundidos sobre o codec.
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    Amigos recebeu reputação de Chico O Terrível em Apple trouxe a audiofilia para perto da grande massa?   
    Fala Luciano, tudo bem?
    Me colocando no meio de sua conversa com o amigo roberktum, gostaria de colocar alguns pontos que acho importantes. Acredito que você acompanhe o MacMagazine e, portanto, tenha acompanhado as discussões que ocorreram nas matérias relativas ao tema, que foram muito bacanas. Caso não tenha visto, recomendo que dê uma olhada.
    Verifique as configurações de normalização de volume nos dois serviços e mantenha ambas iguais. Para se realizar um teste comparativo, em um mesmo sistema, entre dois áudios é de extrema importância  que eles estejam no exato mesmo volume, qualquer variação irá afetar os resultados, uma vez que nosso cérebro invariavelmente tem preferência por aquele que tem volume mais alto. Obviamente que suas conclusões podem ser iguais.
    Acredito que essa seja uma afirmação muito interessante. Sinto que nos últimos anos houve ou uma supervalorização do conjunto DAC e amplificador dedicados ou então uma desvalorização das versões integradas desses componentes. De fato, muitas vezes as soluções integradas empregadas nos celulares e computadores deixam a desejar, mas isso tem sido cada vez menos comum. Falando de iPhones especificamente, eles tem total capacidade de entregar uma qualidade ótima, não justificando um investimento em um conjunto externo a menos que se tenha de fato ótimos transdutores, ou seja, fones de ouvido/caixas de som. Dê uma pesquisada nas análises dos chips integrados usados nos iPods de mais de 10 anos atrás e você irá perceber que nem naquela época eles deixavam a desejar, ou eram incapazes de entregar "som lossless" (algo equivocado por conceito). Até por volta da época do iPhone 5, portais voltados para som de alta qualidade realizavam testes laboratoriais com os aparelhos e geravam especificações para os DACs/Amplificadores que se mostravam ótimos. Infelizmente muitos desses sites não existem mais.
    Nesse tema, embora discorde em alguns pontos dele, tenho que concordar com o Leonardo, do canal mencionado. Muito mais se vale investir em fones ou caixas do que em DACs e/ou amplificadores, que são quase sempre um dos últimos pontos de investimento.
    Os sistemas integrados são sim muito bons. Aliás, como disse acima, esse conceito de que o conector Lightning-P2, por exemplo, não entrega "som lossless" é equivocado por definição, uma vez que esse termo refere-se apenas ao arquivo conter exatamente a mesma informação do arquivo que o gerou. Note que, antes de um arquivo lossy chegar ao seu fone/caixa, e em alguns casos ao próprio DAC caso a decodificação seja via software (como é o caso do Spotify), o mesmo será decodificado gerando um sinal LPCM exatamente como no caso de um arquivo lossless. Qual a diferença. então? O último será exatamente igual ao arquivo original, já o primeiro não. Tudo isso podendo ocorrer muitos antes de chegar no DAC. Em resumo, essa afirmação é equivocada e muito errada conceitualmente falando.
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