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leandroneves

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Tudo que leandroneves postou

  1. No M1, Safari. melhor otimizado na relação consumo / desempenho. Chrome ainda decepciona um pouco exclusivamente nesse quesito para a plataforma, apenas de ja haver uma versão nativa ARM, ainda não é tão bem otimizada, espero que melhore no futuro.
  2. É quando o aplicativo assume o controle exclusivo do dispositivo, no caso o DAC. e ai ele não pode ser compartilhado com outros aplicativos no sistema , (como por exemplo um navegador no YouTube, Sons de Notificação.. etc) O acesso exclusivo ao DAC permite que o aplicativo assuma o controle com precisão absoluta no aspecto de reprodução sem qualquer interferência do sistema operacional, isso permite a reprodução bit por bit de modo perfeito, para os mais puristas é um requisito básico para obter uma reprodução de qualidade audiófila. Por Exemplo: um arquivo de audio em (24 Bit / 96Khz), o aplicativo tendo acesso ao DAC de modo exclusivo permite que o mesmo mude automaticamente para esta frequência de reprodução internamente, sem a necessidade de interferência vinda do sistema e software realizando processos de resampling por exemplo.
  3. Exato, Perfeita colocação, Amigos. Creio do mesmo modo, para que os apaixonados pela música e a busca pela melhor qualidade em volta da própria, a democracia ao acesso de conteúdo seja o ponto primordial que as empresas deveriam visar.. como disse anteriormente, foi um passo importante sim o acréscimo ao Lossless / High-Res ao serviço Apple Music, disponível mundialmente, ja cria um diferencial em paralelo com o Spotify, e cria-se já uma competição de certo modo justa com o TIDAL que ja domina essa metodologia. hoje como citei anteriormente, há entraves técnicos a enfatizar que pode desagradar ainda alguns entusiastas, como a falta de acesso exclusivo do Apple Music ao DAC, e a falta de compatibilidade de muitos dispositivos com o formato ALAC para transmissão Lossless Wireless, ja que não é um codec muito difundido. Exemplo: Apple Music via Wi-Fi para um Soundbar com Chromecast, pela incompatibilidade com ALAC ele faz um fall-back para o AAC (Lossy), já o TIDAL utiliza o FLAC que é um codec amplamente suportado pela maioridade dos dispositivos.. a transmissão é efetuada em modo Lossless.
  4. Amigos, estou sim ciente de toda controvérsia que se criou na comunidade audiófila em volta do MQA e sua técnica de compressão que criou um debate sem precedentes, onde nessa analises profundamente técnicas tentam "desmitificar" em A + B a tecnologia, são analises digamos ultra-sonicas. a grosso modo em volta do MQA é o seguinte , comparo por exemplo a fotografia. fazemos as fotos parecerem mais reais e mais naturais, adicionando distorções, artefatos e ruídos que não existem na imagem original ou seja (Filtros). na técnica estamos adicionando informações artificiais e a imagem é melhorada qualitativamente ao degradá-la quantitativamente, é mais ou menos por ai comparando por exemplo um arquivo RAW com um PNG (Lossless) com filtro. e não sou defensor de algumas filosofias da Meridian em volta do MQA, como por exemplo: DRM e as altas taxas de licenciamento em volta do produto. mas vou te dizer pelas minhas impressões sinceras, tenho um DAC dedicado de MQA que faz o desdobramento total em 8x (2x Software / 4x Hardware) , no fim tenho um arquivo decodificado em 24 / 384 kHz com essa técnica, há alguns álbuns que ao comparar com um ALAC 16 / 44 ou até 24 / 192 do Apple Music, para os meus ouvidos foram claramente superiores...
  5. Acredito que a Apple deu um passo para a audiofilia com a inclusão de Lossless e High-Res Audio pro Apple Music, porém falta dominar um pouco mais a experiência, como por exemplo permitir acesso exclusivo aos DAC para atingir o "Bit-Perfect" coisa que o TIDAL por exemplo faz, onde o mesmo na minha humilde opinião ainda domina o mercado nesse nicho. O Diferencial e o que deixa o TIDAL acima ainda é o MQA como formato de altíssima resolução, que traz as musicas em qualidade de Estúdio, porém necessita de um DAC especifico para o realizar "unfolding" final do arquivo pra obter a máxima qualidade. ou seja os pontos negativos ainda do Apple Music é a biblioteca ainda bem baixa de arquivos High-Res Lossless (24 / 192) se for comparar com o TIDAL / MQA, e a pobre integração com os DAC tanto mobile quanto no desktop, com a falta de acesso exclusivo ao mesmo.
  6. Excelente explicação Ou seja, a moral é não ter paranoia em volta de "qual melhor forma de usar" digamos, e sim usufruir conforme sua necessidade.. até porque na própria documentação oficial da apple não há indicação recomendada de uso X ou Y .. mas fato é que há muito burburinho por ai quanto a isso ainda e poucas evidencias técnicas, mas a grosso modo fico mais tranquilo quanto a isso então. Obrigado, Abs
  7. Boa Tarde, Pessoal. Récem adquiri um Air M1 mas vejo que ainda há uma certa controversa a recomendação em deixar conectado a tomada, há quem diga que o indicado é deixar conectado apenas para carregar, mas não a longo prazo... ou seja deixar abaixar para uns 20% e ao chegar aos 100% desconectar e usar.. e que esse processo a mantém "estimulada". Já por outro lado há quem diga que o gerenciamento de bateria da Apple é excepcional e que não há problema algum em deixar conectado a tomada digamos, Full-Time como um Desktop.. ou seja, atualmente passo mais tempo com ele em casa.. e não vejo a necessidade para o momento de me locomover, mas também fico com receio de mante-lo conectado a tomada o tempo todo e de algum modo isso acabar sendo prejudicial a saúde da bateria. o que vocês acham? especialmente para esse modelo M1, devo me preocupar de fato ou não em mante-lo conectado a tomada de modo Full-Time?
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